25 de mai de 2007

Modelos e Estilos de Currículos




O uso da primeira pessoa torna o documento mais direto e convincente.
Por isso, não tenha medo de usar os verbos na primeira pessoa: implantei, vendi, organizei.."



Observar que o currículo pode ter vá­rios estilos, dependendo do que você procura no mercado de trabalho. Par­tindo do princípio que já foi explicitado de que o currículo deve mostrar desde o início a capacidade do profissional para a atividade que ele se propõem a desenvolver, muitas vezes, é possível fugir de qualquer modelo padronizado.
Nesse caso, o primeiro passo, de um modo geral, é deduzir quais as prováveis exigências da função e, se possível, obter esclarecimentos e in­formações com a empresa pretendida para eliminar ou acrescentar dados. A única exigência comum, independente do tipo de currículo, é que ele deve ter a redação clara, objetiva e sempre em um bom português. Então, se você não se julga expert em redação, solicite al­guém para assessorá-lo ou corrigir o seu texto.
Já a redação em outros idiomas, em muitos casos, pode até sugerir um di­ferencial ou algo elegante, mas só é válida se o currículo for enviado a uma multinacional ou que isso seja exigên­cia de um anúncio.
É importante ressaltar que a apre­sentação e as informações contidas em um currículo sempre fornecem critérios para os analistas de cargo formarem uma opinião sobre sua personalidade.



Observação: Os modelos de Currículos não forami possíveis de colocar no blog devido o documento perder a formatação. Mas se tiver interesse, peça por e-mail que posteriormente poderei estar encaminhando.


Os cinco pontos do Currículo


Assumida essa postura de rnanter-se focado na empresa, é interessante des­tacar cinco pontos essenciais que de­vem ser salientados em qualquer cur­rículo: dados pessoais, objetivo (qual emprego pretendido e em que área atuar), escolaridade, dados sobre a vida profissional, fontes de informações com referências pessoais e comer­ciais. Além desses itens, é importante acrescentar algumas características pessoais que possam interessar seu futuro empregador, que deve ter subsí­dios para constatar seus múltiplos inte­resses e avaliar seu potencial. Se você só fez 'bicos', mas realmente deu aulas particulares, fez um site para um amigo ou consertou uma máquina de costura, não omita esse tipo de experiência, se tiver alguma relação com a área que você pretende atuar.

Veja, a seguir, o que deve constar e como entram as informações em um currículo:

Informações pessoais
Nome, telefone, e-mail, endereço e cidade onde nasceu. Na mesma se­qüência, a maioria dos candidatos in­dica o número de sua documentação. Previna-se: quando você não sabe para onde está enviando seu currícu­lo e nem por quem ele vai ser lido, por segurança, deixe para dar essas in­formações durante a entrevista ou só após a admissão. Afinal, ninguém é contratado pelo
nú­mero da identidade nem do C PF.

Objetivo
Deixe claro qual cargo deseja con­quistar e em que área busca atuar. Como o mercado de trabalho, mes­mo em recessão, oferece vagas si­milares, provavel­mente você terá que fazer mais de um currículo para atender a determinadas vagas que estejam fora do foco da área pre­tendida.

Escolaridade
Se você está estudando, especifique o curso, o nome da escola, o ano em que você está e quando começou. Pos­teriormente, relate as outras datas, de início e término dos outros cursos con­vencionais. Destaque os extracurricula­res e complementares já realizados, principalmente se for iniciante no merca­do de trabalho. Se a pretenção for por um cargo de secretária e a candidata está no segundo ano do cur­so profissionalizante, mas em paralelo cur­sa computação e faz aulas de inglês, esses podem ser seus dife­renciais no momento da escolha para pre­encher uma vaga.

Experiência Profissional
Comece pelas mais recentes e retro­ceda até as primeiras. Procure desta­car todas as atividades desenvolvidas e relacionadas com a área que deseja atuar. Mesmo que não tenha trabalhado
formalmente. Inclua nesse item atividades voluntárias desenvolvidas em con­junto com a comunidade. Por exemplo: se busca atuar como motoboy e ainda não trabalhou em nenhuma empresa, mas já prestou serviço voluntário entre­gando correspondência na época das eleições para um candidato específico, cite sua atuação. Muitas experiências, que parecem insignificantes, podem se tornar um grande referencial.

Fontes de informação
As referências pessoais e comer­ciais podern influenciar seu futuro patrão de modo positivo ou negativo. Por isso, antes mesmo de procurar um emprego, faça uma relação das pessoas, influentes ou não, que pos­sam falar sobre você com espontanei­dade, sem exagerar nas qualidades nem salientar os defeitos. Inicialmen­te, pergunte se é possível deixar o nome e o telefone delas como fontes de referência.

O que é um Currículo...



Ele é a sua apresentação profissional, um instrumento fundamenta! para enfrentar a acírrada competição no mercado de trabalho.


A expressão curriculum vitae vem do latim e significa "curso de vida". Por aí, já é possível perceber o que o documento representa: ele é a apre­sentação da vida profissional de uma pessoa. Por isso, traz um conjunto de indicações biográficas relativas ao nome, idade, estado civil, estudos, diplomas, experiências, obras publi­cadas e outras atividades de um es­tudante ou profissional. Usualmente, o curriculum vitae é utilizado por urn candidato a um cargo, a um exame ou a um concurso para se apresentar ao empregador, empresa ou instituição.
Curricu­lum vitae também se diz que é o documento que f ornece_ uma visão geral do candidato como indivíduo, tendo como foco a sua vivência, qualificação e atuação profissionais. "Ao ser elaborado, ele visa a apresentação pessoal, de forma indi­reta, ou seja, sem a presença física da pessoa, com a finalidade de forne­cer dados e informações sobre a es­colaridade, experiência profissional e as qualificações de quem solicita um emprego.

O que ele deve ter?

Se o currículo serve para apresentar uma pessoa, em primeiro lugar é pre­ciso colocar os itens essenciais: nome completo, endereço, telefone, idade, estado civil e nacionalidade da pessoa. Em seguida, pode vir o objetivo, que traz a simples citação do cargo preten­dido ou uma descrição um pouco mais detalhada de como a pessoa deseja atuar na empresa. Depois, vêm a for­mação escolar, os cursos extra-curricu-lares e o conhecimento de idiomas.
Na seqüência, é importante constar as experiências profissionais (onde, quando e em qual cargo a pessoa trabalhou) e con­tatos para refe­rências pessoais. Esses contatos po­dem ser o setor de RH (Recursos Humanos) de uma das empresas na qual o profissional atuou, o telefone ou e-mail de uma pessoa que traba­lhou diretamente com ele ou ainda o próprio chefe anterior.

Existem ainda outras informações que podem ser adicionadas para en­riquecer
o currículo, direcioná-lo para o perfil da empresa ou atender a uma exigência do empregador para o qual o documento está sendo enviado. Dessa maneira, podem ser acrescen­tadas a pretensão salarial, a dispo­nibilidade para viagens e mudanças, experiências e vivências no exterior, entre outras.
É importante ressaltar que não existe urn conteúdo único, fechado. O currículo é dinâmico, assim como as pessoas, embora sempre deva ter suas infor­mações voltadas para a finalidade que o documento tem. Ou seja: des­de que sejam pertinentes, dados po­dem ser adicionados, sem haver um prejuízo ou desvio da função.
Em relação tamanho, não deve ser extenso demais e nem extremamente conci­so. O melhor são duas páginas, mas até três são acei­táveis.

O que fazer para para montar um bom Currículo?



A elaboração de um documento personalizado e eficaz requer alguns cuidados especiais

Nenhum profissional que deseja realmente ingressar no mercado de trabalho deve encarar seu currícu­lo como uma peça de pouca impor­tância, pois ele é uma apresentação fundamental, especialmente porque o segundo passo rumo a contratação, a entrevista, só acontece depois da lei­tura do Currículo.
Só que, para que este instrumento cumpra a sua função, é preciso dire­cioná-lo da maneira correta. A maio­ria dos currículos tem como foco prin­cipal o candidato, mas, para elaborar um documento eficaz (que ajude você
a atingir seu objetivo), é preciso mu­dar essa forma de pensamento. O candidato deve se lembrar primeiro da empre­sa, depois dele próprio. Parece com­plicado? Então, comece a imaginar que você deseja contratar uma em­pregada doméstica para trabalhar em sua casa. É fácil perceber que certas qualificações serão indispensáveis no momento da escolha: lavar e passar roupa, arrumar gavetas e armários, etc. Agora, imagine que a funcionária que você deseja trabalhará em seu escritório. Certamente, as qua­lificações já especificadas não iriam atender sua necessidade, já que o ambiente de trabalho é outro e requer atividades bem mais específicas.
Então, o importante é focar no que a empresa espera de você e não o contrário. Voltando ao caso da em­pregada doméstica, se você recebes­se dois currículos, um dizendo que a profissional limpa quartos, janelas, gavetas, organiza dispensa, cuida de animais, faz café, conhece a rotina de um escritório, entre outras coisas e, outro, apenas especificando que a qualificação é para faxina doméstica, qual você selecionaria primeiro? Provavelmente, o segundo. Por quê? é equivocado pensar que um currículo generalista é eficiente. Quando uma empresa oferece uma vaga, ela prefere um especialista. Se a firma procura um vendedor, ao menos que seja pe­queníssima, ela não vai contratar um comprador, porque o que ela quer é um profissional qualificado.
É importante ressaltar que essa ob­servação é pertinente para todos os tipos e níveis de profissionais. Por isso, ao elaborar um currículo para trabalhar em uma determinada em­presa, pense no que ela espera de você.

23 de mai de 2007

Dicas de Entrevistas

  • Quando for a uma entrevista, chegue no horário marcado e saiba com quem falar;
  • Esteja com aparência impecável. Use roupas clássicas e discretas e evite o jeans e o tênis;
  • Memorize o nome do entrevistador. Procure chamá-lo pelo nome sempre que possível;
  • Cumprimente-o com um aperto de mãos firmes;
  • Procure transparecer segurança e tranqüilidade. Mantenha um rosto alegre ou um sorriso, isso facilita a aproximação;
  • Demonstre confiança, fale com clareza, naturalidade e espontaneidade. Tenha cuidado com a gramática, uso de gírias e vícios de linguagem;
  • Além de estar apto a esclarecer pontos de sua vida profissional, você deve mostrar que esta bem informado sobre assuntos relacionados com a empresa que quer trabalhar. Dessa forma demonstrará interesse.
  • Esteja preparado para responder sobre a pretensão salarial, disponibilidade para viagens e limitações do horário; (tabela de cargos e salários, de acordo com o mercado de trabalho ou ressalte que vc é flexível e devolva a pergunta questionado a faixa salarial do cargo para depois responder).
  • Não se limite a enumerar cargos que ocupou em empresas anteriores. Procure mostrar também as contribuições que você deu a empresa e o que aprendeu;
  • Em hipótese alguma fale mal do seu antigo chefe ou empresa;
  • Evite assuntos polêmicos como política, futebol e religião;
  • Sempre que possível evite respostas como “sim”, “não”, desenvolva um raciocínio completo tornando as respostas mais interessantes;
  • Não fume durante a entrevista e nem na recepção;
  • Desligue o Pager ou o celular;
  • Enfatize os pontos fortes quando for solicitado a comentar detalhes de sua carreira profissional;
  • Ao ser comentado das atividades relacionadas ao cargo, não responda “acho que consigo isso mas só vou ter certeza no dia-a-dia”. (demonstra falta de iniciativa). “ah não sei...” evite, resposta vaga só é perdoável se a pergunta for muito abrangente.

Carta de Apresentação

Muitas vezes, ela é esquecida pelos candidatos ou, quando é incluída, seu conteúdo deixa muito a desejar. Veja o que fazer e como proceder
Ao enviar o currículo para uma vaga pretendida é comum o uso de uma Carta de Apresentação, que serve para personalizar e direcionar o documento para a empresa à qual ele está sendo enviado. Nela, você tem a oportunidade de resumir suas qualificações e capacidades, explicar porque se considera ideal para ocu­par a vaga disponível, demonstrar o que pode fazer e oferecer para a em-presa-alvo, sem repetir o que já foi in­cluso no currículo. Caso saiba o nome da pessoa encarregada pelo setor ou departamento que você gostaria de trabalhar, encaminhe o currículo dire­tamente a ela.
"Lembre-se de que a carta de apresentação deve provocar in­teresse no empregador, por isso, aproveite a chance e faça seu marketing pessoal. Inclua referên­cias a qualquer contato, reunião ou conversa anterior que você tenha tido com alguém ligado à empre­sa. Caso não tenha havido nenhum contato, especifique como, onde e quando você viu o anúncio ou o por­quê de seu interesse pela empresa.
Como redigir
Na carta, use frases curtas, pois ela deve ter no máximo uma pági­na, contendo não mais do que cinco parágrafos. As três ou quatro primei­ras linhas são as mais importantes. Deixe claro seu propósito pois, se o leitor não souber de imediato o que você quer, ele poderá perder o in­teresse. Antes de terminá-la, peça por uma entrevista e indique o dia e a hora em que vai entrar em contato novamente para dar prosseguimento ao processo iniciado. Não esqueça
de deixar o número de seu telefone e a hora em que o empregador poderá contatá-lo, caso necessite.
Esteticamente, ao elaborar a carta, obedeça ao formato formal. No final, agradeça ao leitor pelo tempo dis­pensado na leitura do seu currículo e despeça-se apropriadamente (exem­plo: Cordialmente, despeço-me com os melhores cumprimentos).
Deixe um espaço em branco entre o final da carta e o seu nome. Nesse espaço, deverá estar sua assinatura, de preferência com tinta azul. Assim, quem receber a carta e for lê-la irá se certificar de que ela é original. Por últi­mo, utilize o mesmo tipo de papel que foi usado no currículo para imprimir sua carta, releia e corrija erros ortográficos e gramaticais, antes de enviá-la.
A diferença entre um currículo e uma carta de apresentação
A função da carta de apresentação é destacar as prin­cipais e mais positivas realizações do candidato, justificando porque ele se julga ideal para determina­da vaga, demonstrando ao mesmo tempo o seu poder de contribuição para a empresa. A carta de apre­sentação adequada deve ser uma prévia do currículo e não uma cópia do mesmo. Alguns profissionais co­metem o erro de repetir exatamente as mesmas informações na carta e no currículo. Para termos uma idéia mais clara, é como fazer comparativo en­tre a carta de apresentação e o trai-ler de um filme: o objetivo do trailer é chamar a atenção das pessoas para que assistam ao filme, assim como o objetivo da carta é chamar a atenção do leitor para o currícu­lo.Quando um trailer lhe chama a atenção, normalmente você procura assistir ao filme, que no caso, é o currículo.
Aconselha-se o envio de ambos (carta e currículo) somente para empresas onde exis­tam vagas em aberto. Caso contrário, o candidato deve somente enviar a carta de apresentação para pedir uma oportunidade.
No e-mail
Como enviar cartas e currículos
via Internet
Mandar currículos e cartas de apresentação por e-mail é cada vez mais comum. Mas e as regras para esta apresentação? São as mesmas que valem para os meios tradicionais, como via correio ou em mãos?
A carta de apresentação é válida tam­bém para envio de currículos por e-mail. E ela sempre deve estar relacionada com o objetivo do candidato ou com a vaga que está sendo oferecida. Normal­mente, ela segue no corpo do e-mail e o currículo vai num arquivo anexado. Este é o procedimento mais comum, mas, caso a empre­sa indique outros, eles devem ser seguidos. Existem bancos de cur­rículos na internet onde a carta de apresentação é feita pelo candi­dato no próprio site e enviada à empresa ou empregador conjun­tamente com o currículo.

21 de mai de 2007

MEDO













MEDO


O medo faz parte da vida de toda pessoa, e trata-se de um instinto de sobrevivência .
Ter medo é mais normal do que se pensa, mas a partir do momento que ele começa tomar conta da vida da pessoa a ponto que ela sinta medo, até de sair de casa, é sinal que algo está errado e aí é preciso procurar um profissional.

O medo tem o lado positivo e negativo. O positivo é quando ele serve como defesa para qualquer pessoa mas é negativo quando escraviza quem o sente. O medo não pode comandar a vida de ninguém.

Os psicólogos afirmam que dois medos já nascem com a gente: medo de barulho e medo de cair; os demais são adquiridos.

A pessoa quando está com medo ou se sentindo ameaçada, começa a ter temores, suores e até taquicardia; ela fica com um nível muito alto de adrenalina. Nesse caso quando o medo domina é necessário a procura de um profissional que ajudará a superar o problema. Os familiares devem entender que isso é normal e que a paciência deve prevalecer.
Sintomas comuns do medo: taquicardia, palpitações, suores, tremores no corpo, rubor nas faces, falta de ar, voz trêmula, gagueira, dores de cabeça, sensação de desmaio, urgência urinária, sensação de afundamento no estômago, diarréia e até náuseas podem aparecer quando uma pessoa está com um nível alto de ansiedade.

Na maioria das vezes o medo é causado a partir de uma experiência ruim que a pessoa viveu ou viu alguém passar.

Os psicólogos explicam que aquelas pessoas que tem medos irracionais – são aquelas além do normal – são sempre pessoas inteligentes, bem sucedidas, perfeccionistas e não suportam críticas. As pessoas que tem este medo incontrolável gostam sempre de controlar uma situação. Tem tudo sob controle e não sabem lidar com situações de imprevistos.

As pessoas que tem estes problemas não podem ter vergonha do que sentem e saibam que um profissional pode ajudá-lo.

ÉTICA




A Ética existe em todas as sociedades humanas, e, talvez, mesmo entre nossos parentes não-humanos mais próximos. Nós abandonamos o pressuposto de que a Ética é unicamente humana. A Ética pode ser um conjunto de regras, princípios ou maneiras de pensar que guiam, ou chamam a si a autoridade de guiar, as ações de um grupo em particular (moralidade), ou é o estudo sistemático da argumentação sobre como nós devemos agir (filosofia moral).
Ética é a investigação geral sobre aquilo que é bom.
Conceituação: O que é Ética Profissional?

É extremamente importante saber diferenciar a Ética da Moral e do Direito. Estas três áreas de conhecimento se distinguem, porém têm grandes vínculos e até mesmo sobreposições.

Tanto a Moral como o Direito baseiam-se em regras que visam estabelecer uma certa previsibilidade para as ações humanas. Ambas, porém, se diferenciam.

A Moral estabelece regras que são assumidas pela pessoa, como uma forma de garantir o seu bem-viver. A Moral independe das fronteiras geográficas e garante uma identidade entre pessoas que sequer se conhecem, mas utilizam este mesmo referencial moral comum.

O Direito busca estabelecer o regramento de uma sociedade delimitada pelas fronteiras do Estado. As leis têm uma base territorial, elas valem apenas para aquela área geográfica onde uma determinada população ou seus delegados vivem. Alguns autores afirmam que o Direito é um sub-conjunto da Moral. Esta perspectiva pode gerar a conclusão de que toda a lei é moralmente aceitável. Inúmeras situações demonstram a existência de conflitos entre a Moral e o Direito. A desobediência civil ocorre quando argumentos morais impedem que uma pessoa acate uma determinada lei. Este é um exemplo de que a Moral e o Direito, apesar de referirem-se a uma mesma sociedade, podem ter perspectivas discordantes.

A Ética é o estudo geral do que é bom ou mau, correto ou incorreto, justo ou injusto, adequado ou inadequado. Um dos objetivos da Ética é a busca de justificativas para as regras propostas pela Moral e pelo Direito. Ela é diferente de ambos - Moral e Direito - pois não estabelece regras. Esta reflexão sobre a ação humana é que caracteriza a Ética.

Ética Profissional e relações sociais:

O varredor de rua que se preocupa em limpar o canal de escoamento de água da chuva, o auxiliar de almoxarifado que verifica se não há umidade no local destinado para colocar caixas de alimentos, a atendente do asilo que se preocupa com a limpeza de uma senhora idosa após ir ao banheiro, o contador que impede uma fraude ou desfalque, ou que não maquia o balanço de uma empresa, o engenheiro que utiliza o material mais indicado para a construção de uma ponte, todos estão agindo de forma eticamente correta em suas profissões, ao fazerem o que não é visto, ao fazerem aquilo que, alguém descobrindo, não saberá quem fez, mas que estão preocupados, mais do que com os deveres profissionais, com as PESSOAS.

As leis de cada profissão são elaboradas com o objetivo de proteger os profissionais, a categoria como um todo e as pessoas que dependem daquele profissional, mas há muitos aspectos não previstos especificamente e que fazem parte do comprometimento do profissional em ser eticamente correto, aquele que, independente de receber elogios, faz A COISA CERTA.
A Ética tem por objetivo facilitar a realização das pessoas. Que o ser humano chegue a realizar-se a sí mesmo como tal, isto é, como pessoa.

Como me posiciono no mundo...

“Se você sempre faz como sempre fez,
continuará obtendo o que sempre obteve”.
Quem sou eu?

Essa é uma pergunta que poucos nos fazemos, pois quase nada sabemos para respondê-la.
Os conceitos e as informações que se seguem, irão ajudá-lo a começar a responder esta questão.
A Análise Transacional (A.T.), criada pelo Dr. Eric Berne, psiquiatra canadense, estuda os estados do Eu – comportamentos demonstrados no relacionamento e que compõem a estrutura da personalidade.
Dentro de cada um de nós existem três “personagens” chamados Criança, Adulto e Pai.

Criança – Genética, emoções, intuição, espontaneidade, necessidades básicas.
Esse estado do Eu predomina quando você faz alguma coisa que gosta.

Adulto – Racional. Lógico, analista, contato com a realidade externa, informações.
Analisa a realidade esse posiciona diante dela. Esse estado do Eu predomina sobre os outros quando você faz as cousas que lhe convém. Por volta dos dois anos, você começou a estruturar o estado do Eu adulto.

Pai – Normas, regras, valores, condutas.
É um depósito de condutas, normas que você ouviu dos adultos. Esse estado do Eu predomina sobre os outros quando você faz as coisas que devem ser feitas. Por volta dos sete anos, você começou a estruturar o estado do Eu pai.

Como a sua estrutura interna se manifesta nas relações? Pode haver manifestações de forma positiva ou negativa, depende das suas experiências e dos seus aprendizados. Faça uma análise funcional.

CONCEITO E EXPRESSÕES IDENTIFICADORAS

PC+ Pai Crítico positivo = firmeza,ordem, controle, limites: “Você deve fazer isso até segunda-feira. Senão, teremos problemas”.
PC - Pai Crítico negativo = preconceito, autoritarismo, desqualificação, humilhação: “Vai já lavar a cara e mudar de roupa”.
PN+ Pai Nutritivo positivo = apoio,proteção, compreensão, crescimento: “Se você precisar, me procure”.
PN - Pai Nutritivo negativo = superproteção, dependência, desqualificação: “Coitado. Deixa que eu o ajude”.

A Adulto = não se subdivide, porque seus sinais de conduta são sempre os mesmos. Ele é positivo quando é ético e negativo também quando não é ético: “Sinceramente, eu entendo que...”
CAS+ Criança Adaptada Submissa positiva = adapta-se, submete-se a situações que fazem sentido, beneficiando-se com isso: “Vou estudar, porque não quero ficar de recuperação”.
CAS- Criança Adaptada Submissa negativa = adapta-se, submete-se a situações que não fazem sentido, prejudicando-se com isso: “Vou trabalhar, até me mandarem parar”.
CR+ Criança Rebelde positiva = discorda, opõe-se,confronta como forma de preservação física e emocional: “Eu não vou fazer isso, porque você está querendo abusar”.
CR- Criança Rebelde Negativa =

AUTONOMIA



“A melhor maneira de predizer
o futuro é criá-lo”.

Peter Drucker


Desde que nascemos, já recebemos papeias para desempenhar: menino(a); brasileiro(a), técnico (a), advogado (a); etc....
É fundamental não perdermos a consciência da nossa individualidade,percebendo que agimos em determinados momentos com nossos papeias: filho(a), irmão(a), amigo(a), estudante. Mas o ator é muito mais do que isto.
Às vezes não compreendemos por que temos certos tipos de comportamentos ou atitudes. Não tentamos verificar que isso pode acontecer porque temos dentro de nós conflitos que não conseguimos resolver. Esses conflitos íntimos impedem nossa maneira eficiente de agir.
Conhecer bem a sua “casa interior”, sentir que ela é o seu “porto”, que você pode ir e vir com liberdade para desempenhar seus papéis quando necessário, é fundamental para você manter um contato consigo mesmo, independente de tudo mais.
Este ir e vir consciente o fortalece cada vez mais, e o inverso acontece quando você entra e sai, sem saber quando está saindo, quando está entrando, vivendo dessa forma, desorganizada.

Independência e Dependência

Os conceitos de dependência e independência têm estado presentes nas freqüentes discussões sobre a maneira mais saudável de o indivíduo estar em relação ao outro.
Chega-se à conclusão de que a dependência impede que o indivíduo desenvolva as suas capacidades como um todo e entre em contato com a sua força. A independência,por sua vez, é irreal, pois necessitamos do outro como fonte de estímulos para o nosso equilíbrio e crescimento emocional.
Hoje sugere-se que a verdadeira relação entre as pessoas, na qual se torna possível suprir muitas das suas necessidades psicológicas, e a interdependência.

No que se constitui a interdependência?
Na complementaridade, na soma de qualidade e limitações, onde duas pessoas num movimento de flexibilidade e saúde, amparam-se respeitam-se, cuidam-se, admiram-se e crescem mutuamente.
A flexibilidade e saúde significam alternância de papeis, onde cada qual, em determinado momento, comparece com o seu potencial e a sua beleza única, construindo um terceiro espaço, chamado relação, cuja proposta maior é evoluir e ser feliz.

CONFLITO E NEGOCIAÇÃO

Todo problema traz em si a
semente da sua solução.
(Máxima Oriental)

Os conflitos costumam acontecer no nosso cotidiano, na família, no trabalho, na relação afetiva e com os amigos.

No que se constitui um conflito? No choque de necessidades e valores pessoais entre as pessoas.

Há diversos níveis de conflitos, desde os mais leves e de fácil resolução, até os mais complicados, que geram tensão, agressão, rompimento e que necessitam de maturidade e estratégias para resolvê-los.

Levando em conta que vivemos constantemente em relações sociais, a habilidade em resolver conflitos é fundamental para uma convivência mais produtiva e harmoniosa.

Infelizmente não nos ensinam as diversas formas possíveis de resolver conflitos. E saímos por aí despreparados, desinformados, acumulando conflitos não resolvidos, e com isso patrocinando nosso próprio mal-estar e infelicidade. O conflito mais difícil de ser resolvido é o conflito de valores, porque este inclui o que o indivíduo acredita.

O que ocasiona um conflito?

São as posturas individuais rígidas diante da situação conflitante. Se cada um se coloca de forma inflexível, priorizando a sua idéia como a única verdade, nunca haverá consenso nem negociação. Resolver um conflito significa não perder de vista o objetivo e direcionar todos os movimentos, idéias e criatividade em direção ao mesmo.

Negociação implica em os participantes ouvirem uns aos outros, buscando o que pode ser utilizado para atingir o objetivo, flexibilizando sua postura individual (não quer dizer desacreditar no seu ponto de vista inicial) e, finalmente, construindo juntos uma terceira alternativa, atingindo dessa forma o objetivo original.

Todo ambiente, qualquer que seja, quando se torna palco de brigas internas, se enfraquece e diminui a sua capacidade de defender-se diante de alguém adversário externo.

Num conflito, a tendência é cada um achar que tem razão e toda a energia que poderia estar sendo produtiva e criativa é gasta apenas para derrubar os argumentos e posição contrários. Muitas vezes uma das partes vence apenas por ser a mais forte, mas não necessariamente ser a melhor idéia, nem a mais criativa, nem a que vai gerar melhores resultados.
Aprender resolver conflitos é estar disposto a rever seus próprios valores.

16 de mai de 2007

Amizade

A Grande Amizade

Diz uma lenda árabe, que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram, sendo um deles esbofeteado, ofendido e sem nada a dizer, escreveu na areia.
hoje meu melhor amigo me bateu no rosto.
Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram tomar banho, o que havia sido esbofeteado começou a se afogar, sendo salvo pelo amigo, ao se recuperar, pegou um estilete e gravou em uma pedra.
hoje meu melhor amigo salvou-me a vida.

Intrigado, o amigo perguntou:
-Por que depois que ti bati, você escreveu na areia, e agora escreveu na pedra?
Sorrindo, o outro amigo respondeu:
-Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregarão de apagar, mas quando nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória e do coração, onde vento nenhum do mundo, tem poder de apagar.