21 de nov de 2008

2ª Amostra do Jovem Empreendedor

Aconteceu ontem na escola Elisa Cláudio de Aguiar em Schroeder, a 2ª AJE - Amostra do Jovem Empreendedor. Os alunos fizeram simulações de diversas empresas, de acordo com assuntos desenvolvidos durante o ano na disciplina de Estudo Regionais (DDV), aliando suas habilidades, criatividades e seus conhecimentos.
Despertar o espírito empreendedor no aluno é muito importante. Com isso, evidenciamos suas habilidades, e fazemos com que elas sejam uma ferramenta importante e principalmente incentivá-los naquilo que eles já se identificam.
Sem esquecer que o aprimoramento deve ser constante.

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8 de nov de 2008

Frases - Empreendedor



"Tornar o simples em complicado é fácil, tornar o complicado em simples é criatividade."
Charles Mingus
"O segredo de um grande negócio consiste em saber algo que mais ninguém sabe."
Aristóteles Onassis
"As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam."
Bernard Shaw
"Eu descobri que sempre tenho escolhas. E muitas vezes, trata-se apenas de uma escolha de atitude."
"Um empreendedor é uma pessoa imaginativa, caracterizada por uma capacidade de fixar alvos e objetiva."
Filion
☺"Empreendedorismo não é uma ciência, nem arte. É uma prática."
Drucker
☺"O trabalho específico do empreendedorismo numa empresa de negócios é fazer os negócios de hoje capazes de fazer o futuro, transformando-se em um negócio diferente."
Drucker
☺"Ser um empreendedor é muito mais que ter vontade de chegar ao topo de uma montanha; é conhecer a montanha e o tamanho do desafio; planejar cada detalhe da subida, saber o que você precisa levar e que ferramentas utilizar; encontrar a melhor trilha, estar comprometido como resultado, ser persistente, calcular os riscos, preparar-se fisicamente; acreditar na sua própria capacidade e começar a escalada;"
Aprender a Aprender. Programa Brasil Empreendedor
☺"Os homens são parecidos em suas promessas. Eles só diferem em seus atos."
Molière
☺"Dar menos que seu melhor é sacrificar o dom que você recebeu."
Steve Prefontaine
"Quando é necessário mudar? Antes que seja necessário."
Claus Muller
"Quem quiser alcançar um objetivo distante tem que dar muitos passos curtos."
Helmut Scmidt
"Devemos ser bons. Não existem esforços inúteis quando empregados em prol da coletividade."
Getúlio Vargas
"A simplicidade é o máximo da sofisticação."
John Sculley
"A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo."
Peter Drucker
"O perigoso não é pensar grande e não conseguir; o perigoso é pensar pequeno e conseguir."
Luís Marins
"Toda glória deriva da ousadia para começar."
Eugene F. Ware
Em todos os nossos objetivos devemos tentar fazer sempre o melhor, pois assim ninguém poderá nos condenar por não termos tentado, mas muita gente poderá nos elogiar por termos conseguido.

Os dias prósperos não vêm por acaso; nascem de muita fadiga e persistência.
Henry Ford
Para vencer, não podemos aceitar o mais-ou-menos. Temos que trabalhar em direção à excelência.
O trabalho específico do empreendedorismo numa empresa de negócios é fazer os negócios de hoje capazes de fazer o futuro, transformando-se em um negócio diferente.
Peter Drucker
"Todas as coisas são difíceis antes de se tornarem fáceis."
John Norley
"Só uma coisa torna o sonho impossível: o medo de fracassar."
Paulo Coelho
O homem que não sabe sorrir, não deve abrir um comércio."
Provérbio Chinês
"Ser líder é como ser uma dama: se você precisa provar que é, então você não é."
Margareth Thatcher
O conformismo é o carcereiro da liberdade e o inimigo do crescimento."
John Fitzgerald Kennedy
"O único lugar onde "sucesso" vem antes de "trabalho" é no dicionário."
Albert Einstein
"O medo de sofrer é pior que o próprio sofrimento. E nenhum coração jamais sofreu quando foi em busca dos seus sonhos."
"É preciso correr riscos, seguir certos caminhos e abandonar outros. Nenhuma pessoa é capaz de escolher sem medo."
Paulo Coelho
"O fracasso é a oportunidade de começar de novo inteligentemente."
Henry Ford

"Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é consequência."
Albert Einstein
"Homem, conheça-te a ti mesmo e conhecerás o Universo."
Sócrates
"Todo homem, por natureza, quer saber."
Aristóteles

30 de set de 2008

HISTÓRIA DE SANTA CATARINA


RESUMO PARA O 2º ANO DO ENSINO MÉDIO

Em 1534, é doada a Pero Lopes de Sousa por Dom 3o II Em 1658 é fundado o povoado de Nossa Senhora do Graça do Rio de S Francisco, seguido pelo de Nossa Senhora do Desterro, hoje Florianópolis. Em 1738, é criada a capitania de Santa Catarina, tendo início a Instalação de um sistema de defesa e um povoamento controlado, com a imigração de açorianos Conquistada em 1777 pelos espanhóis, a região é devolvida aos portugueses no ano seguinte pelo Tratado-de Santo Ildefonso. As lutas políticas são freqüentes: a Revolução Farroupilha estende-se até a região onde, em 1839, é proclamada a República Juliana. A Revolução Federalista e a Guerra do Contestado são duramente reprimidas pelas tropas federais. No segunda metade do séc. XIX, recebe levas de imigrantes europeus; principalmente alemães e Italianos.
Imigração
A população do Estado de Santa Catarina é formada por grupos étnicos de origens diversas, que emigraram para a regido a partir do século XV em movimentos de colonização de Iniciativa tanto oficial quanto particular. Entre os grupos mais significativos de imigrantes encontram-se os alemães e os italianos. Os primeiros instalaram-se em maior número nos municípios de S Pedro de Alcântara (1829), Piedade e Santa Isabel (1847), Blumenau (ISSO), O. Francisca (1851), Santa Tereza (1854), Teresópolis e Brusque (1860); os italianos deram origem ao municípios de Nova Itália (1835) e Azambuja (1877). Imigrantes de outras nacionalidades também fundaram as colônias que hoje formam os diferentes municípios do Estado de Santa Catarina. Entre eles destacam-se os belgas, Irlandeses, poloneses, russos, holandeses e espanhóis. Os portugueses originários das ilhas dos Açores e da Madeira, chegaram ao Estado na primeira metade do século XV e se instalaram no litoral, enquanto os outros grupos de origem européia penetraram pelo interior, colonizando a região oeste. 1-lá cerca de 40 anos começaram a chegar Imigrantes japoneses, que se instalaram na região central do Estado.

Como abrir empresa

Ser maior de 18 anos e ter espírito empreendedor. É indispensável também identificar uma oportunidade de negócio, planejar-se através de um Plano de Negócios para verificar a sua viabilidade.
Não deixe de verificar se você dispõe de recursos, suficientes para iniciar o negócio e manter o seu padrão de vida até a empresa começar a ser rentável.
Quais os procedimentos legais para a abertura de uma empresa?

Em linhas gerais, o processo de abertura de empresas é muito parecido, independentemente da atividade econômica a ser prestada. É aconselhável contar com o auxílio de um contador.

Veja os principais órgãos de registro para se abrir uma empresa

. Registro da empresa na Junta Comercial ;

. Inscrição na Receita Federal para obtenção do CNPJ - Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica;

. Se for contribuinte do ICMS (empresas mercantis e prestadoras de serviços de telecomunicação e transporte), registrar a empresa na Secretaria da Fazenda do Estado ;

. Inscrição da empresa na Prefeitura Municipal para obtenção do Cadastro de Contribuinte.

. Registro na Previdência Social para inscrição da empresa no INSS;

. Registro no Sindicato da Categoria.

24 de set de 2008

Características do Empreendedor

O empreendedor deve reunir algumas das seguintes características: . Estar sempre à busca de oportunidades;
. Iniciativa
. Persistência
. Comprometimento
. Exigência de qualidade e eficiência
. Correr riscos calculados
. Saber estabelecer metas
. Buscar informações
. Planejar e monitorar sistematicamente
. Capacidade de persuasão e de formar rede contatos
. Independência e autoconfiança

Dificilmente uma pessoa reunirá todas estas características em perfeito equilíbrio, mas é importante estar consciente de quais são suas qualidades e deficiências.

4 de jun de 2008

Empreendedor - Segunda Parte



N EC E S S I D A D E S D O E M P R E E N D E D O R

As necessidades mais comuns dos empreendedores e sua relação com as empresas

O empreendedor possui necessidades que influenciam seu comportamento. As necessidades do empreendedor pode ser classificada de diferentes formas. Utilizaremos neste estudo, cinco tipos de necessidades citadas por Birley e Westhead (1992). Estes autores elaboraram uma descrição das principais razões que levam um empreendedor a iniciar uma nova empresa a partir de entrevistas com mais de 1000 empresários em 11 países diferentes. São as seguintes necessidades:
Aprovação
Independência
Desenvolvimento pessoal
Segurança
Auto-Realização

Necessidades de Aprovação


Geralmente o empreendedor deseja:
Conquistar uma alta posição na sociedade
Ser respeitado pelos amigos
Aumentar o status e o prestígio da família
Conquistar algo a ser reconhecido por isto

Precisa obter aprovação por seus comportamentos. É uma necessidade que praticamente todos os indivíduos apresentam, só que uns em maior e outros em menor grau.

Necessidade de Independência

O empreendedor necessita de considerável liberdade para:
Impor seu próprio enfoque no trabalho.
Obter grande flexibilidade em sua vida profissional e familiar.
Controlar seu próprio tempo.
Confrontar-se com problemas e oportunidades de analisar e fazer crescer uma nova firma.
Crer que é o momento de sua vida.

Entretanto, geralmente a necessidade é uma das primeiras a serem frustradas. Pela carga excessiva de trabalho nos primeiros meses ou até anos, o empreendedor dificilmente alcança a independência desejada.
Para superar esta frustração, o empreendedor de sucesso utilizará outras ferramentas, como a dedicação e a perseverança.

Necessidade de Desenvolvimento Pessoal

Algumas das necessidades do empreendedor para o seu desenvolvimento são:
Ser inovador e estar a frente do desenvolvimento.
Transformar uma idéia em um produto.
Continuar aprendendo e aproveitar uma oportunidade emergente.

Muitas pessoas criam seus próprios negócios, porque apresentam uma grande necessidade de se desenvolverem, não encontrando abertura e até mesmo suporte nos locais de trabalho. Certos estilos gerenciais sufocam esta necessidade de seus subordinados, e consequentemente, acabam perdendo esta mão de obra já capacitada.
A empresa é um ótimo lugar para desenvolver novas habilidades e conhecimentos.

Empreendedor - Primeira Parte


O empreendedor é fundamental para o sucesso da empresa.
Mas quem é esse empreendedor?

Neste sentido, as principais funções de um empreendedor em relação à sua empresa são;

• PROCURAR E DESCOBRIR NOVAS INFORMAÇÕES;
• TRADUZIR ESTAS INFORMAÇÕES EM NOVOS MERCADOS, TÉCNICAS OU BENS;
• PROCURAR E DESCOBRIR OPORTUNIDADES;
• AVALIÁ-LAS;
• LEVANTAR RECURSOS FINANCEIROS NECESSÁRIOS PARA À EMPRESA;
• DESENVOLVER CRONOGRAMA E METAS;
• DEFINIR RESPONSABIUDADES DE ADMINISTRAÇÃO;
• DESENVOLVER O SISTEMA MOTIVAC1ONAL DA EMPRESA;
• GERAR LIDERANÇA PARA O GRUPO DE TRABALHO;
• DEFINIR INCERTEZAS OU RISCOS.

A personalidade do empreendedor tem um impacto decisivo na nova firma. Nas primeiras etapas de desenvolvimento, a debilidade e o vigor da empresa são também os do empreendedor. A personalidade do empreendedor configurará a imagem da empresa, os valores e o comportamento social da firma.
Pode-se afirmar que não existe um "protótipo" de empreendedor ou de "personalidade empreendedora''.

O que parece ser evidente é que independentemente da "região ou do contexto sócio-econômico, os empreende­dores têm algumas caracterís­ticas comuns.
Em definitivo, ó empreendedor é um ser humano'comum, o que o torna diferente são as características peculiares da sua personalidade, além do fato de ter, à sua disposição, uma empresa (ou futura empresa) a ser usada para satis­fazer as suas necessidades, como qualquer outro instrumento.

E importante destacar que, assim como as pessoas, a empresa também passa por diversos estágios até se tornar madura. Em relação ao empreendedor, esta evolução tem uma série de implicações que irão interferir na saúde da empresa. A medida que a empresa cresce, vai exigindo modificações no comportamento do seu dono. Quanto mais rápido a empresa crescer, mais rápidas deverão ser as mudanças. Iniciar um negócio é diferente de administrar uma grande organi­zação. Assim, o empreendedor deve sempre estar atento aos desafios que a sua própria empresa lhe impõe, para poder complementar antecipadamente os conhecimentos e habilidades exigidos.

Medos



Aproximadamente 10% da população sofrem de algum medo. Eles podem causar até restrições às vidas das pessoas que sofrem por causa do medo. Existem centenas possíveis fobias. Ralacionamos abaixo algumas das mais comuns:
Medo de Falar em Público Medo de Elevadores Medo do Casamento
Medo de Alturas (Acrofobia) Medo de Voar Medo de Homens
Medo de Cobras, Aranhas e Insetos Medo de Cachorros
Medo do Dentista Medo de Água Medo de Computador, etc...

Medo - O medo é um sentimento que é um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.
O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico etc.
A origem do medo - Quem nunca teve medo, que atire a primeira pedra. O ser humano é rico em sensações, ruins, boas. Tudo se é permitido, quando se pode sentir. Mas de onde vem aquele frio na barriga, que muitas vezes enfrentado, trás conseqüências boas, e que para alguns o excesso se transforma em pânico, acabando por caracterizar uma situação ruim?
Na maioria das vezes os medos são criados a partir de uma experiência ruim que a pessoa viveu ou viu alguém passar. "Uma criança por exemplo tem medo de insetos se presenciou a mãe ou alguém próximo ficar apavorada quando viu um.
A partir de quando passamos a ter medo?
Segundo Olga Tessari, só há dois medos que nascem com gente, o medo do barulho e o medo decair. Os outros são adquiridos. A partir de que momento? A partir do momento que é apresentada esta palavra para nós. Quem não se lembra de algum fato quando criança, onde a mãe, ou o pai falaram, “não faça isso senão o bicho papão vai te pegar”. A criança não tem medo. Ela só passa a tê-lo quando um adulto coloca em sua cabeça a palavra medo, associada a algo ruim. O medo passa a caracterizar limites, indiretamente ligado a proteção. Medo de fantasmas, bruxas, extra-terrestres ou do escuro, são muito frequentes na imaginação das crianças e fazem com que as noites se tornem pesadelos. No entanto, é normal que isto aconteça na infância. As crianças . Ela têm uma imaginação muito forte e isso faz com que tudo o que aprendem se torne parte da sua realidade. Tudo começa, normalmente, por volta dos 7 ou 8 meses, altura em que bebês começam a estranhar ambientes e pessoas com as quais não estão acostumados.
Todo ser humano precisa sentir medo
O medo faz parte da vida de toda a pessoa e trata-se de um instinto de sobrevivência. Ele é um fator de proteção contra os perigos e adversidades que as pessoas adquirem ao longo da vida.
Ter medo, é mais normal do que se pensa. mas a partir do momento que ele começa a tomar conta da vida da pessoa a ponto que ela sinta medo, até de sair de casa, é sinal que algo está errado e aí é preciso procurar um profissional. O medo tem o lado positivo e negativo.
O positivo é quando ele serve de defesa para qualquer pessoa, mas se torna negativo quando escraviza quem o sente. “Se a pessoa começa a se isolar em casa porque tem medo de ser assaltada ou fica apreensiva quando alguém chega perto dela, isto setornaperigoso.
O medo não pode comandar a vida de ninguém. Neste caso dizemos que o medo é limjtador porque as pessoas não conseguem fazer mais nada por achar que algo vai acontecer com ela”, explica. “Vivemos uma época de muitos medos. Sentir medo é normal. Entretanto quando o medo sai do nosso controle, ela torna uma doença que pode e deve ser tratada; é o que chamamos de medo irracionais”, explica.
Além do aspecto emocional, onde as pessoas sentem medo até de sair na, rua ou se relacionar com outras pessoas, já que acha que todo mundo fará alguma coisa, também existem os aspectos fisicos; com a aflição algumas dores começam a aparecer.
“A pessoa quando está com medo ou se sentindo ameaçada, começa a ter temores, suores e até taquicardia; ela fica com um nível muito alto de adrenalina. Neste caso, quando o medo domina, é necessário a procura de um profissional que ajudará a superar o problema. Os familiares deven compreender que isto é normal e a paciência deve prevalecer.”

Feedback




Feedback - O que é?

Feedback é o processo de fornecer dados a uma pessoa ou grupo ajudando-o a melhorar seu desempenho no sentido de atingir seus objetivos.

Para que haja êxito na comunicação do feedback as barreiras devem ser rompidas e estabelecida uma relação de confiança e segurança.

FEEDBACK é uma forma de comunicação que auxilia uma pessoa ou grupo entender como sua atuação está afetando outras pessoas ou grupos.

Para que serve?


O feedback serve para aperfeiçoar o comportamento de alguém em relação a nós e nosso grupo e para identificar necessidades.



O feedback pode ser de dois tipos:


aberto - é óbvio e direto. Obtido através de perguntas e de observação, durante a realização de exercícios e testes. Mostra o que o ouvinte captou e o que não captou. Pode ser falsificado.
velado - é obtido através da prática de observar a reação do ouvinte a estímulos externos. Pode se obtido na sua expressão, posição, movimentos e atitude. Como é expressado inconscientemente, diz a verdade.


O que fazer antes de dar feedback


Quando vamos dar feedback precisamos conhecer alguns dados importantes, tais como:


A) Se o feedback for individual:

1. Por que queremos dar feedback a outra pessoa?

para puni-la? para desabafar e sentirmo-nos aliviados? Para demonstrar nossa inteligência e habilidade? para ajudar outra pessoa a alcançar seus objetivos de maneira mais efetiva?


2. E quanto à pessoa que recebe feedback?


É difícil dar feedback a uma pessoa que não está preparada para recebe-lo ou não sinta a sua necessidade. A pessoa pode estar solicitando feedback porém não recebe por diversas razões, pois sentem não ter nada de útil para lhe falar ou sentem que ela não está reparada, ou sentem que o feedback não lhe será útil,. ... etc.
As pessoas precisam do feedback, tanto do positivo quanto do negativo, precisam saber não apenas o que estão fazendo ineficientemente mas também o que realizam com eficiência.
Então como receber feedback?

1.Ouça cuidadosamente e evite interromper. Saiba que é incômodo e, às vezes, até doloroso. Respire fundo para relaxar os músculos.
2.Faça perguntas se precisar esclarecer alguns aspectos. "Como eu faço ou digo para você me ver como agressivo?"
3.Reformule o que o outro está lhe dizendo, para que confira se ouviu e entendeu.
4.Reconheça o que é correto e adequado no "feedback". Concordar que seus relatórios estão atrasados é bem diferente de concordar que você é irresponsável.
5.Assimile, com calma o tempo, o que ouviu. Peça tempo para pensar, se necessário.



3. Porque certas pessoas acham difícil dar feedback?

Nossa cultura tem certas normas contrárias à expressão de sentimentos pessoais aos outros.
Têm medo de que, se derem feedback, a pessoa fique chocada e com isso perca um amigo.
Receiam que ao darem feedback a outra pessoa os ataque ou puna. Temem que seu feedback seja mal interpretado. Não sabem como lidar com o assunto.

Importância do Feedback
É muito importante obter feedback. Existem muitos métodos para descobrir o que os clientes, parceiros e fornecedores pensam ou sentem sobre os serviços e produtos de sua empresa.

Através do feedback podemos identificar necessidades e responder aos seguintes questionamentos:

Você sabe ...


- O que o seu cliente, parceiro e fornecedor querem?
- O que eles precisam? - O que eles pensam? - O que eles sentem?
- Que sugestões teriam para apresentar a você?
- Se estão ou não satisfeitos?


Ao dar feedback

Para ter eficiência, o feedback deve ser:

Descritivo ao contrário de ser um processo de avaliação: ao relatar um evento, sem julgamentos, reduzem-se as possibilidades de reações defensivas. Quem ouve, usa o dado e a informação como julgar conveniente;
Específico ao contrário de verbalizar uma generalização: "na última reunião você fez o que tem feito outras vezes, deixou de ouvir a opinião dos demais e novamente fomos forçados a aceitar sua decisão". Ao verbalizar desta maneira, indicou-se o comportamento na determinada reunião e em outras, porém, não se acusou a pessoa de "controlador ou autoritário".
Compatível com as motivações e objetivos de ambos (emissor e receptor): quando atende apenas ao interesse de desabafo do emissor pode ser muito destrutivo, de acordo com a agressividade presente, irritação ou raiva.
Direcionado a esferas de atuação em que o receptor tenha possibilidade de aperfeiçoar: características pessoais, limitações de raciocínio e outras manifestações individuais não podem ser apontadas como falhas mas toleradas como próprias daquele indivíduo.
Solicitado , desejado e oportuno: é útil quando os observadores podem ajudar e mais próximo do comportamento ou fato em questão.
referir-se à pessoa presente: falar no próprio nome e não fazer referências a terceiros - tipo: "muita gente já falou sobre isso de você".

23 de abr de 2008

O que é Aplicativo? Memória Ram e Rom



Os aplicativos são utilizados para executar tarefas específicos do dia-a-dia, como por exemplo, banco de dados, planilhas de cálculo, editores de texto, etc. quanto ao tipo podem ser: editores de texto, ilustradores gráficos, apresentação, planilhas eletrônicas, banco de dados, editoração eletrônica.
Mais alguns exemplos de aplicativos:
Editores de Texto:

WordPerfect, Microsoft word, WordStar, Fácil, etc..
Ilustradores Gráficos: CorelDraw, PhotoShop, etc...
Planilhas Eletrônicas: Excel, Quatro-Pro, BrOffice.orgCalc, etc...

Memória Ram e Rom


Memória Ram - Local onde os dados ficam armazenados para que possam ser acessados. Nela os arquivos ficam durante o trabalho. Se desligar o computador, tudo que estiver na Ram pode ser perdido.

Memória Rom - Realiza os testes de hardware quando o computador é ligao e inicia o carregamento do Sistema Operacional.

11 de mar de 2008

FAMÍLIA



Conceito de família

A família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. É um grupo de pessoas, ou um número de grupos domésticos ligados por descendência (demonstrada ou estipulada) a partir de um ancestral comum, matrimônio ou adoção. Nesse sentido o termo confunde-se com clã (tribo). Dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco. Membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome, herdado dos ascendentes diretos. A família é unida por múltiplos laços capazes de manter os membros moralmente, materialmente e reciprocamente durante uma vida e durante as gerações.
Podemos então, definir família como um conjunto invisível de exigências funcionais que organiza a interação dos membros da mesma, considerando-a, igualmente, como um sistema, que opera através de padrões transacionais. Assim, no interior da família, os indivíduos podem constituir subsistemas, podendo estes ser formados pela geração, sexo, interesse e/ ou função, havendo diferentes níveis de poder, e onde os comportamentos de um membro afetam e influenciam os outros membros.

Função social da Família

Segundo Minuchin, 1990, diz que: As funções das famílias regem-se por dois objetivos , sendo um de nível interno como a proteção psicosocial dos membros e outro de nível externo, como a acomodação de uma cultura e sua transmissão. A família deve então responder as mudanças externas e internas de modo a atender as novas circunstâncias sem, no entanto, perder a continuidade, proporcionando sempre um esquema de referencia para os membros .

Já Duvall e Miller (cit. Por Idem) diz que: A família é geradora de afeto, proporcionadora de segurança e aceitação pessoal, promovendo um desenvolvimento natural e pessoal através de atividades que satisfazem os membros da família, asseguradora de continuidade das relações. Proporcionando relações duradouras entre os familiares. Impositora de autoridade e de sentimentos do que é correto, relacionando com a aprendizagem das regras as normas, direitos e obrigações características da sociedade humana.
Stanhope (1999) acrescenta uma função relativa a saúde, na medida em que a família protege a saúde de seus membros, dando apoio e resposta às necessidades básicas em situações de doença.
Serra (1999): a família tem uma função primordial, a de proteção, tendo sobretudo potencialidades para dar apoio emocional para a resolução de problemas e conflitos, podendo formar uma barreira defensiva contra agressões externas.
Fallon (et al) (cit. Por Idem) reforça ainda que a família ajuda a manter a saúde física e mental do indivíduo, por constituir o maior recurso natural para lidar com situações potenciadoras de stress associadas a vida na comunidade.

Com estes elementos introdutórios já estamos em condições de formular uma definição de, de cunho operativo, para os propósitos aqui presentes:
“Família é urna unidade grupal, onde se desenvolvem três tipos de relações pessoais - aliança (casa!), filiação (pais/filhos) e consangüinidade (irmãos) — e que a partir dos objetivos genéricos de preservar a espécie, nutrir e proteger a descendência e fornecer-lhe condições para a aquisição de suas identidades pessoais desenvolveu através dos tempos funções diversificadas de transmissão de valores éticos, estéticos, religiosos e culturais”.

Tipos de Família

A sabedoria popular costuma dizer que o tempo cura tudo. O tempo cura e também muda as coisas. Maneiras de ver o mundo, rituais, leis etc. O conceito de família, por exemplo, mudou com o tempo.

Tanto que, no Código de Direito Civil, vários artigos caíram em desuso, tendo sido criadas novas leis, em forma de emenda, que alteraram profundamente o seu conteúdo.

Algumas das alterações dizem respeito à família. Vejamos:

No novo conceito de família, são consideradas famílias os grupos formados não só pelo casamento civil ou religioso, mas também pela união estável de homem e mulher ou por comunidade dirigida somente por um homem ou por uma mulher (mãe solteira, no caso). Antes, uma união que não fosse formada pelo casamento formal era considerada "família ilegítima". Da mesma maneira, "filho ilegítimo" é uma expressão que não cabe mais em nossa sociedade.
Naturalmente que o novo não pode nem deve ser evitado. Mudanças são bem vindas, principalmente quando surgem para fortalecer ainda mais uma instituição que é a base do indivíduo na vida social.

Existem também famílias com uma estrutura de pais únicos ou monoparental, tratando-se de uma variação da estrutura nuclear tradicional devido a fenômenos sociais, como o divórcio, óbito, abandono de lar, ilegitimidade ou adoção de crianças por uma só pessoa.

A família ampliada ou consanguínea é outra estrutura, que consiste na família nuclear, mais os parentes diretos ou colaterais, existindo uma extensão das relações entre pais e filhos para avós, pais e netos.

Família punaluana — casamento de várias irmãs, carnais e colaterais, com marido de cada uma das outras e, os irmãos também se casam com as esposas de cada um dos irmãos. Isto é, o grupo de homens eram conjuntamente casado com o grupo de mulheres.
Família sindiásmica ou de casal — o casamento de casais mas sem obrigação de morarem juntos. O casamento existia enquanto ambos desejassem.
Família patriarcal — casamento de um só homem com diversas mulheres. Regime de poligamia (mais de um cônjuge).
Família monogâmica – casamento de duas pessoas, com obrigação de coabitação exclusiva... a fidelidade, o controle do homem sobre a esposa e filhos, a garantia de descendência por consangüinidade e portanto a garantia de herança aos filhos legítimos, isto ë a garantia da propriedade privada. A idéia de propriedade, criar, possuir e regular através de direitos legais sua transmissão hereditária — introduz essa forma de organização familiar.
Para além destas estruturas, existem também as denominadas de famílias alternativas, sendo as famílias comunitárias e as famílias homossexuais. As famílias comunitárias, ao contrário dos sistemas familiares tradicionais, onde a total responsabilidade pela criação e educação das crianças se cinge aos pais e à escola, nestas famílias, o papel dos pais é descentralizado, sendo as crianças da responsabilidade de todos os membros adultos.

Consideraremos, que a família pode se apresentar, grosso modo, sob três formatos básicos: a nuclear (conjugal), a extensa (consangüínea) e a abrangente.
Por família nuclear entenda-se a constituída pelo tripé pai-mãe-Íilhos; por família extensa a que se componha também por outros membros que tenham quaisquer laços de parentesco, e a abrangente a que inclua mesmo os não-parentes que coabitem.
Convencionaremos que doravante sempre que nos referirmos à família, a menos que se particularize a modalidade de agrupamento familiar considerada, o estaremos fazendo tendo em mente seu formato nuclear, prevalente na moderna civilização ocidental, que baliza o cotidiano existencial daqueles a quem se destina este texto.

Família e Classe Social
A maioria dos brasileiros pertence á uma classe social de rendimentos muito baixos, onde que maioria deles enfrenta muitas dificuldades. E geralmente as crianças que não morrem nos primeiro ano de vida, passam fome ou alimentam-se mau. E grandes partes dessas crianças não freqüentam a escola e vão continuar com a situação dos pais, trabalhar e ganhar pouco.
A relação entre classe social e escola é que a escola é feita para crianças que já vivem num clima favorável a amizade. Não é pela competência individual que se selecionam os melhores para prosseguirem os estudos, mais sim a classe social.

Família e personalidadeO indivíduo estrutura sua personalidade a partir do final da infância, quando já pode ter seu próprio sistema de normas e valores, ou seja, uma moral autônoma. Entretanto, esse sistema de normas e valores vai ser estabelecido com base nas experiências infantis, entre as quais uma das mais importantes é o clima psicológico que os pais propiciaram à criança. Geralmente, as atitudes básicas em relação a outras pessoas e em relação à vida, assimiladas na infância, continuam durante toda a vida.
Um exemplo contado por Lindgren, ajudará a esclarecer a questão da influência dos pais:
“Na família Silveira, o ditado ‘As crianças pequenas devem ser vistas e n ouvidas’ foi posto de lado. Quando Mário era um bebê, seus irmãos e irmãs dominavam a conversação à mesa de jantar e, quando ele cresceu o suficiente para participar da conversa, acrescentou sua voz à dos outros. Os pais de Mário às vezes faziam objeções quanto ao barulho, dizendo que o jantar deveria ser um acontecimento calmo, um momento para conhecer o pensamento uns dos outros. Mas nunca fizeram uma tentativa séria para impor silêncio, porque sentiam que era ainda mais importante que as crianças pudessem falar. Quando os filhos atingiram a adolescência e a idade adulta, continuaram a ser indivíduos francos, O próprio Mário teve poucos problemas com a timidez, tão comum durante a adolescência e, animadamente, dominava as reuniões e discussões de classe no ginásio e na faculdade. Por outro lado, os mais velhos freqüentemente se queixavam de que ele não tinha o necessário respeito por pessoas que ocupavam posições de importância e autoridade. Dentre seus professores aqueles que adotavam a discussão em classe gostavam de sua presença na aula, porque sempre se podia contar com ele para manter uma discussão. Os professores que empregavam o método expositivo consideravam-no passível de censuras, porque ele tinha o hábito de interrompê-los com perguntas e comentários,”
O exemplo permite perceber como as atitudes dos pais em reta aos filhos, à mesa, na hora do jantar, influenciaram a maneira dos filhos, em relação às outras pessoas.

O AMOR NO AMBIENTE FAMILIAR

O amor dos pais ou dos adultos é uma condição indispensável para as crianças. Quando os pais amam os filhos, estes desenvolvem atitudes positivas em relação a si mesmos, aos outros e à vida. Os filhos aprendem amar verdadeiramente. Amar a si mesmos, amar aos outros, amar a vida. Não basta falar que si ama. Criança nenhuma se deixa enganar pelas palavras “meu bem”, “meu querido”. Não adianta disfarçar, porque as crianças percebem.
Os pais que se amam tendem também a amar os filhos. Estes se sentem confiantes, seguros, amantes da vida. Amar não significa dar liberdade absoluta. Existem limites para a ação individual, limites estabelecidos pelas ações dos outros. Isto é: eu sou livre mas, o outro também é livre; se vivemos juntos, devemos estabelecer conjuntamente as regras da nossa convivência.

A IMPORTÂNCIA DA PARCERIA ENTRE A ESCOLA E A FAMÍLIAA família reflete os problemas da sociedade bem como a presença ou ausência de valores nos diversos contextos humanos (escola, grupo de pares, associações).

No ambiente escolar existem praticamente existem dois tipos de famílias: aquelas que demonstram interesse pela vida escolar de seus filhos e filhas, integrando-se ao processo educacional e participando ativamente das atividades da escola, sempre que possível, e aquelas que consideram que sua participação é dispensável ou inadequada e preferem simplesmente omitir-se do processo escolar.

Essas comunicações entre família e escola devem ser mais estudadas porque essas duas instituições precisam uma da outra. A interação entre família e escola não deve ser reduzida apenas a reuniões formais e contatos rápidos, mas ocorrer regularmente em momentos de maior intercâmbio nos quais a família pudesse efetivamente participar do cotidiano da escola. É importante salientar que o fracasso ou o sucesso escolar de cada um é influenciado por diversos fatores, sendo o envolvimento da família com a escola apenas um deles, pois também contam a cultura familiar, as oportunidades vividas por estes alunos e alunas.
As expectativas de pais e mães em relação ao futuro são fatores que podem cooperar ou não para que estas crianças e adolescentes estejam motivadas para um bom desempenho escolar. É provável que uma investigação da história de vida escolar dos pais e mães destes alunos e alunas aponte os fatores relacionados com o tipo de relação que esta família desenvolve com a escola e a origem dessas expectativas. Ao que tudo indica, a única forma de superação da situação inquietante na qual se encontra a educação pública brasileira atualmente seria aproximar a escola não só das necessidades das famílias, quanto de sua cultura e dos processos construtivos presentes no desenvolvimento da criança.

É imprescindível que pais e mães estejam em sintonia com a vivência escolar e social de seus filhos e filhas, pois essa integração tende a enriquecer e facilitar o desempenho escolar do aluno. Portanto, é necessário que se habituem a participar da vida escolar dos filhos e filhas. Para isso, uma alternativa viável seria a divisão de responsabilidades entre os sujeitos envolvidos no processo ensino-aprendizagem. Esta parceria consiste em família e escola caminharem juntas, sendo que cada uma das partes deve ser preservada em suas características próprias. No âmbito escolar, é preciso buscar o envolvimento da família na aprendizagem dos seus filhos e filhas, valorizar e orientar os pais e mães no sentido de incentivar as boas relações com a escola e todos que fazem parte deste ambiente. Essa certeza se evidencia no cotidiano escolar onde são visíveis, por exemplo, os resultados positivos do trabalho com famílias de alunos e alunas com dificuldades de aprendizagem e/ou comportamento inadequado. A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO NA FAMÍLIA
Se olharmos para as estatísticas de separações entre marido e mulher e entre pais e filhos (abondono do
lar), temos que admitir que o perdão não está sendo praticado.
* A crise de perdão na família reflete uma crise conjugal.
A. Uma família não pode subsistir sem perdão, pois invariavelmente vamos errar uns com os outros. O perdão é a possibilidade da convivência.
Todos nós experimentamos ofensas: um amigo que nos trai, um filho ingrato, a parcialidade dos pais, uma palavra áspera, uma acusação falsa, uma data pessoal esquecida, a indiferença para comigo de alguém que me é importante. Perante a ofensa exercemos a escolha. Podemos perdoar ou tomar-nos ressentidos, amar ou odiar, estabececer relacionamentos ou rompê-los.’ A primeira escolha leva-nos á liberdade constante, uma vida de sinceridade e opções . A segunda escolha, inevitavelmente, leva-nos a uma escravidão dentro de nós mesmos. A primeira resulta em crescimento espiritual, a segunda, em amargura. Perdão cura as feridas.
O QUE É O PERDÃO?O perdão não é basicamente uma emoção mas uma decisão! É um ato de minha vontade, não de minhas emoções. O perdão é a decisão de não levantar mais a ofensa perante três pessoas Deus, os outros (incusive o ofensor), e eu mesmo.
Perdão é diferente de absolvição. Absolvição relaciona-se com as consequências da ofensa, enquanto perdão ralaciona-se com a nossa atitude (reação emocional) para com a ofensa e para com o ofensor.
Não há limite para se perdoar. Alguns esclarecimentos sobre o perdão:
A. Perdão é uma reação positiva para com a ofensa, ao invéz de uma reação negativa para com o ofensor. Ofensas são oportunidades para ou perdoar ou ficar amargurado. Uma reação positiva significa olhar aquela ofensa como oportunidade para crescer na vida e/ou para refletir as ualidades de Cristo para com o ofensor.
8. Ao perdoar podemos ver o ofensor como instrumento de Deus em nossa vida. (Gn 50.15-21).
C. O perdão significa cooperar com Deus na vida do ofensor.
D. Ao perdoar reconhecemos o direito que só Deus tem de julgar. (Rm 12.19).
CONSEQUÊNCIAS DA FALTA DE PERDÃO:
Consequências Físicas: amargura prolongada causa alguns efeitos fisicos tais como úlceras, pressão alta, descargas de adrenalina (por causa da associação com a ira) e outras complicações.
Consequências Emocionais: depressão é a maior consequência. Uma amargurar prolongada pode gerar um foco emocional em nossa mente que tira de nós uma grande dose de energia por causa de força que precisamos para manter nossas ‘broncas’ contra aqueles que nos ofenderam.
Consequências Espirituais: nosso relacionamento com Deus é sensivelmente prejudicado, visto que estamos em desobediência à Sua Palavra. (Ef 4.31, Mt 1822,35). Tudo isso aparecerá inevitavelmente no contexto familiar.
COMO PERDOAR:
Decida perdoar. Primeiro vem a obediência e depois o sentimento.
O perdão pode implicar em confrontação.
Motive-se no exemplo de Cristo (Cl 3.13)
Dependa da Sua Graça. (Rapaz crente que perdeu a esposa e o filho baleados e um assalto ao Banco)
Busque o bem do ofensor. Isso significa, no mínimo, oração, mas pode significar muito
mais.

A FAMILIA E OS LIMITES

A história dos limites humanos vem de tempos remotos. Uma fonte segura e verdadeira nos revela de forma simbológica estas fronteiras. Na bíblia fala da história do fruto proibido que não deveria comer fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porque no dia em que dele comerem, morreriam indubitavelmente. Podemos dizer que a partir disso, a situação concreta dos limites tomou conta das nossas vidas.
Somos, neste contexto, como uma ilha cercados de limites por todos os lados. Ao desobedecermos ao limite de velocidade estabelecido para determinada via, estamos sujeitos a uma notificação, porque um foto-sensor nos fotografou na hora do ato delituoso,
Uma família que busca o equilíbrio e a vivência harmoniosa, não pode se eximir da utilização dos limites. Famílias em que os pais deletaram esta palavra do dicionário doméstico, talvez sejam pais que não saibam nem onde moram. Porque a sua própria casa é limitada ao norte, sul, leste e oeste. Família equilibrada é aquela na qual os pais impõem limites, usando de sua autoridade que é inconteste, diante dos filhos.
Os limites são fundamentais. Sem eles as famílias não poderão sobreviver. Funcionam como um freio de mão. Para os jovens adolescentes são terríveis; mas são necessários. E no cumprimento deles que o equilíbrio prevalece. Nunca os deixem de impor aos seus filhos, para que eles saibam diferenciar conscientemente o que vem a ser liberdade e libertinagem.

22 de fev de 2008

Falar em público - Dicas


Dicas práticas para uma apresentação de sucesso por Reinaldo Passadori*

Antes da Apresentação:
• Estude bem o assunto de sua apresentação e defina o que irá falar
• Procure sintetizar o seu objetivo em uma única frase, pense o que você pretende das pessoas após sua exposição e lembre-se: esta é a razão para você estar lá.
• Considere o público alvo, número de pessoas, sexo, faixa etária, nível cultural da platéia, grau de conhecimento do assunto etc.
• Simule a sua apresentação. Se estiver longa, reduza-a para não ultrapassar o tempo programado.
• Faça um "check list". Lembre-se que detalhes simples como a falta de um cabo pode comprometer todo trabalho.
• Relaxe. Agora é o momento de controlar a ansiedade e as emoções. Não existe uma fórmula mágica e cada um deve procurar suas próprias formas para se tranquilizar. Algumas sugestões:
- Faça respirações profundas, prolongadas e diafragmáticas. - Pense positivo. Veja-se bem sucedido, sendo aplaudido e cumprimentado pelas pessoas ao final. - Espreguice e faça exercícios físicos simples, como fricção de mãos e movimentos de pescoço. - Faça uma oração e peça ajuda ao seu anjo, guia, santo ou protetor espiritual. - Ouça uma música suave que o relaxe. - Leia um texto otimista que o energize. - Apresente-se com firmeza e determinação mesmo que internamente se sinta frágil e ansioso. Ao ser chamado, dê passos firmes, decididos. Olhe as pessoas nos olhos, sorria, mostre segurança, mantenha a calma e controle a situação.
Durante a apresentação:
• Após ocupar o seu espaço no palco, cumprimente as pessoas. Não peça desculpas, principalmente se for para salientar algum ponto negativo, como seu nervosismo ou uma falha qualquer.
• Inicie sua apresentação da forma planejada. Nada de improvisos, a não ser que já tenha muita experiência para essa ousadia.
• Envolva as pessoas, faça perguntas, olhe-as nos olhos, interaja com a platéia.
• Mantenha em mente o seu objetivo. Evite dispersões ou falar de algo que acabou de lembrar.
• Separe a sua apresentação estrategicamente em partes e desenvolva-a como planejado. Se necessário, tenha uma pequena "cola" para não se perder nem inverter as partes.
• Conduza sua apresentação com o olho no relógio. Calcule o que precisa ser dito a cada quarto do tempo total previsto, deixando o tempo certo para uma boa conclusão.
• Teatralize, faça gestos, deixe fluir a emoção na sua voz, dê vida à sua exposição.
• Zele por uma constante congruência. Idéias adversas são aceitas, incongruência não.
• Evite manifestações preconceituosas, gírias ou palavrões. Pode até ser engraçado para alguns, mas lembre-se que você estará sendo avaliado e julgado.
• Prefira microfone de lapela. Com as mãos livres, poderá trabalhar melhor o corpo e os gestos.
• Evite enaltecer suas qualidades.

* Reinaldo Passadori é Administrador de Empresas com especialização em Recursos Humanos e conferencista bastante requisitado. É fundador do Instituto que leva seu nome, que realiza cursos abertos, in company e personalizados em qualquer região do País.

20 de fev de 2008

3º ANO - ORATÓRIA


Arte de falar em público.

Saber falar em público é competência necessária para todos os profissionais

Comunicação é o processo de criar e compartilhar significados através da transmissão e troca de símbolos. Este processo requer uma interação entre as pessoas e mesmo, entre pessoas e meios mecânicos utilizados". A afirmação é de Ricardo Farah, Mestre em Psicologia Social pela USP, consultor e professor.

Usamos a comunicação com os mais diversos propósitos, como por exemplo:

- Dar, receber ou trocar informações;
- Iniciar, manter ou findar relacionamentos;
- Persuadir outras pessoas a pensar e agir de modo assemelhado ao nosso;
- Ganhar, manter ou exercer poder sobre os outros;
- Expressar pensamentos, pretensão e decisões;
- Dar sentido ao mundo e siste-matizar nossas experiências sobre ele.

Já a apresentação pode ser definida como um meio de informar ou persuadir uma audiência. É uma forma de comunicação. Uma pergunta deve estar presente na mente do apresentador, desde o início do planejamento de sua apresentação: com que efeito quero fazer minha apresentação?

"Embora a habilidade de comunicação possa ser desenvolvida, muitas pessoas não têm consciência dessa possibilidade e não acreditam no próprio potencial. Por essa razão fogem das oportunidades que lhes são oferecidas e sentem-se desconfortáveis quando obrigadas a fazer uso da palavra, seja em uma reunião, seja em uma negociação, seja em uma entrevista.

Você tem medo de falar em público? Fica com aquele friozinho na barriga só de pensar em se apresentar para uma grande platéia? Saiba que você não é o único. Uma pesquisa do jornal Sunday Times, realizada com 3 mil americanos, mostrou que falar em público é o que gera mais medo nas pessoas, com 41% das respostas. Depois vem o medo de altura, com 32%, e o medo de insetos, fobia compartilhada por 22% dos entrevistados.

As pessoas não têm medo de falar, o medo maior é o da rejeição, de não serem aceitas; serem excluídas. Tudo que é novo assusta, principalmente quando a pessoa não tem experiência em se apresentar e ainda mais não tem muito conhecimento do assunto a ser abordado. Ao falar em público ela vai se expor, e fica com medo de denegrir sua imagem, já que o risco disso ocorrer numa apresentação é grande. "Todos podem falar bem, alguns com mais facilidades que outros, mas com técnica, crença, esforço, treino e dedicação não há obstáculos que não possam ser superados",

Para não ter mais medo, o ideal é se preparar, tanto tendo o conhecimento necessário do assunto a ser abordado como também as técnicas de apresentação e oratória, que serão apresentadas ao longo desta reportagem.

Como se planejar

O primeiro mandamento para fazer uma apresentação de sucesso é algo que parece óbvio, mas que nem sempre é seguido por quem vai falar para um grupo ou platéia: procure dominar o assunto que vai ser exposto. Estar familiarizado com o tema a ser abordado é fundamental. Nada pior do que demonstrar insegurança e desinformação a respeito do que está sendo falado. Por isso, ao ser convidado para expor suas idéias em público, prepare-se lendo a respeito do assunto, pesquisando as novidades e conversando com pessoas da área, para ouvir diferentes pontos de vista.

Alguns aspectos importantes, que devem ser observados antes de você organizar a apresentação:

* Quem será sua platéia - qual a faixa etária e nível ocupacional dos participantes?
* Qual o nível de conhecimento que a platéia terá do tema?
* Quanto tempo você terá para a sua participação?
* Como o público se formou? Foram obrigados a participar ou estão ali por vontade própria?
* Quais são as expectativas da platéia em relação à sua apresentação e ao evento?
* Em qual momento do dia você vai fazer a apresentação? Falar às 8h da manhã de segunda-feira é diferente de falar às 14h de quarta.

O segundo ponto que você deve observar na hora de montar a sua apresentação é identificar qual a mensagem você quer passar para o público. Baseado no tempo disponível, você deve dividir a palestra em sete partes:

1º: Introdução. O seu comportamento e postura corporal nessa hora é fundamental, pois é através dele que as pessoas vão se identificar e criar uma ligação com você.
2º: Objetivos. Detalhe o que você pretende com a palestra, apresentação ou o treinamento. Um exemplo: "Vou debater as técnicas e depois passarei para a parte prática".
3º: Importância. Mostre para a platéia a importância que o assunto tem na vida das pessoas..
4º: Agenda. Esta etapa deve ser usada sempre e diz respeito ao seu plano de vôo. É neste momento que você vai dar os detalhes técnicos sobre a apresentação: quanto tempo vai durar; o que vai ser tratado; como vai ser a palestra. Isso possibilita que as pessoas saibam para onde você está indo, o que facilita o processo de comunicação e aprendizagem.
5º: Foco. Esta é a hora da verdade. É chegado o momento de demonstrar todo o seu conhecimento. Até então, você deu informações sobre a apresentação, agora vai transmitir o conteúdo propriamente dito. Todas as informações anteriores devem tomar até 15% do tempo da palestra, no máximo. Esta parte vai ser a principal e vai demandar de 80 a 85% da apresentação. Sempre que possível, ilustre o que você está dizendo com um exemplo real, isso enriquece o conteúdo da palestra e demonstra que você sabe do que está falando.
6º: Resumo/ Conclusão. O resumo é o fechamento, você conclui a apresentação em algumas linhas e abre para o debate.
7º: Debates. Na hora das perguntas, é importante saber ouvir; deixar as pessoas terminarem as suas dúvidas e considerações. Lembre-se também de manter a mente aberta -afinal, ninguém é dono da verdade- e não tenha uma postura agressiva, mesmo quando for contestado.

A apresentação deve ser estruturada em tópicos. Defina os argumentos mais importantes e organize-os logicamente. Tenha um roteiro do que vai falar em mente, no papel ou mesmo no Powerpoint, mas jamais leia sua apresentação para o público. Além de ser enfadonho, passa uma imagem de despreparo.

Seja natural, não use palavras difíceis ou que não façam parte do seu cotidiano. A naturalidade vai ser uma grande aliada caso você perceba que cometeu alguma falha ou se acontecer o temível "branco". Se isso acontecer e você estiver à vontade e for natural, é possível que ninguém perceba. Relembre seu último argumento e passe para o tópico seguinte. Procure ter e demonstre tranqüilidade. Nada pior do que um apresentador nervoso.

“ Destaca-se em um grupo não necessariamente quem sabe mais, mas aquele que se comunica melhor"