4 de jun de 2008

Empreendedor - Segunda Parte



N EC E S S I D A D E S D O E M P R E E N D E D O R

As necessidades mais comuns dos empreendedores e sua relação com as empresas

O empreendedor possui necessidades que influenciam seu comportamento. As necessidades do empreendedor pode ser classificada de diferentes formas. Utilizaremos neste estudo, cinco tipos de necessidades citadas por Birley e Westhead (1992). Estes autores elaboraram uma descrição das principais razões que levam um empreendedor a iniciar uma nova empresa a partir de entrevistas com mais de 1000 empresários em 11 países diferentes. São as seguintes necessidades:
Aprovação
Independência
Desenvolvimento pessoal
Segurança
Auto-Realização

Necessidades de Aprovação


Geralmente o empreendedor deseja:
Conquistar uma alta posição na sociedade
Ser respeitado pelos amigos
Aumentar o status e o prestígio da família
Conquistar algo a ser reconhecido por isto

Precisa obter aprovação por seus comportamentos. É uma necessidade que praticamente todos os indivíduos apresentam, só que uns em maior e outros em menor grau.

Necessidade de Independência

O empreendedor necessita de considerável liberdade para:
Impor seu próprio enfoque no trabalho.
Obter grande flexibilidade em sua vida profissional e familiar.
Controlar seu próprio tempo.
Confrontar-se com problemas e oportunidades de analisar e fazer crescer uma nova firma.
Crer que é o momento de sua vida.

Entretanto, geralmente a necessidade é uma das primeiras a serem frustradas. Pela carga excessiva de trabalho nos primeiros meses ou até anos, o empreendedor dificilmente alcança a independência desejada.
Para superar esta frustração, o empreendedor de sucesso utilizará outras ferramentas, como a dedicação e a perseverança.

Necessidade de Desenvolvimento Pessoal

Algumas das necessidades do empreendedor para o seu desenvolvimento são:
Ser inovador e estar a frente do desenvolvimento.
Transformar uma idéia em um produto.
Continuar aprendendo e aproveitar uma oportunidade emergente.

Muitas pessoas criam seus próprios negócios, porque apresentam uma grande necessidade de se desenvolverem, não encontrando abertura e até mesmo suporte nos locais de trabalho. Certos estilos gerenciais sufocam esta necessidade de seus subordinados, e consequentemente, acabam perdendo esta mão de obra já capacitada.
A empresa é um ótimo lugar para desenvolver novas habilidades e conhecimentos.

Empreendedor - Primeira Parte


O empreendedor é fundamental para o sucesso da empresa.
Mas quem é esse empreendedor?

Neste sentido, as principais funções de um empreendedor em relação à sua empresa são;

• PROCURAR E DESCOBRIR NOVAS INFORMAÇÕES;
• TRADUZIR ESTAS INFORMAÇÕES EM NOVOS MERCADOS, TÉCNICAS OU BENS;
• PROCURAR E DESCOBRIR OPORTUNIDADES;
• AVALIÁ-LAS;
• LEVANTAR RECURSOS FINANCEIROS NECESSÁRIOS PARA À EMPRESA;
• DESENVOLVER CRONOGRAMA E METAS;
• DEFINIR RESPONSABIUDADES DE ADMINISTRAÇÃO;
• DESENVOLVER O SISTEMA MOTIVAC1ONAL DA EMPRESA;
• GERAR LIDERANÇA PARA O GRUPO DE TRABALHO;
• DEFINIR INCERTEZAS OU RISCOS.

A personalidade do empreendedor tem um impacto decisivo na nova firma. Nas primeiras etapas de desenvolvimento, a debilidade e o vigor da empresa são também os do empreendedor. A personalidade do empreendedor configurará a imagem da empresa, os valores e o comportamento social da firma.
Pode-se afirmar que não existe um "protótipo" de empreendedor ou de "personalidade empreendedora''.

O que parece ser evidente é que independentemente da "região ou do contexto sócio-econômico, os empreende­dores têm algumas caracterís­ticas comuns.
Em definitivo, ó empreendedor é um ser humano'comum, o que o torna diferente são as características peculiares da sua personalidade, além do fato de ter, à sua disposição, uma empresa (ou futura empresa) a ser usada para satis­fazer as suas necessidades, como qualquer outro instrumento.

E importante destacar que, assim como as pessoas, a empresa também passa por diversos estágios até se tornar madura. Em relação ao empreendedor, esta evolução tem uma série de implicações que irão interferir na saúde da empresa. A medida que a empresa cresce, vai exigindo modificações no comportamento do seu dono. Quanto mais rápido a empresa crescer, mais rápidas deverão ser as mudanças. Iniciar um negócio é diferente de administrar uma grande organi­zação. Assim, o empreendedor deve sempre estar atento aos desafios que a sua própria empresa lhe impõe, para poder complementar antecipadamente os conhecimentos e habilidades exigidos.

Medos



Aproximadamente 10% da população sofrem de algum medo. Eles podem causar até restrições às vidas das pessoas que sofrem por causa do medo. Existem centenas possíveis fobias. Ralacionamos abaixo algumas das mais comuns:
Medo de Falar em Público Medo de Elevadores Medo do Casamento
Medo de Alturas (Acrofobia) Medo de Voar Medo de Homens
Medo de Cobras, Aranhas e Insetos Medo de Cachorros
Medo do Dentista Medo de Água Medo de Computador, etc...

Medo - O medo é um sentimento que é um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Pavor é a ênfase do medo.
O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. Pode provocar atenção exagerada a tudo que ocorre ao redor, depressão, pânico etc.
A origem do medo - Quem nunca teve medo, que atire a primeira pedra. O ser humano é rico em sensações, ruins, boas. Tudo se é permitido, quando se pode sentir. Mas de onde vem aquele frio na barriga, que muitas vezes enfrentado, trás conseqüências boas, e que para alguns o excesso se transforma em pânico, acabando por caracterizar uma situação ruim?
Na maioria das vezes os medos são criados a partir de uma experiência ruim que a pessoa viveu ou viu alguém passar. "Uma criança por exemplo tem medo de insetos se presenciou a mãe ou alguém próximo ficar apavorada quando viu um.
A partir de quando passamos a ter medo?
Segundo Olga Tessari, só há dois medos que nascem com gente, o medo do barulho e o medo decair. Os outros são adquiridos. A partir de que momento? A partir do momento que é apresentada esta palavra para nós. Quem não se lembra de algum fato quando criança, onde a mãe, ou o pai falaram, “não faça isso senão o bicho papão vai te pegar”. A criança não tem medo. Ela só passa a tê-lo quando um adulto coloca em sua cabeça a palavra medo, associada a algo ruim. O medo passa a caracterizar limites, indiretamente ligado a proteção. Medo de fantasmas, bruxas, extra-terrestres ou do escuro, são muito frequentes na imaginação das crianças e fazem com que as noites se tornem pesadelos. No entanto, é normal que isto aconteça na infância. As crianças . Ela têm uma imaginação muito forte e isso faz com que tudo o que aprendem se torne parte da sua realidade. Tudo começa, normalmente, por volta dos 7 ou 8 meses, altura em que bebês começam a estranhar ambientes e pessoas com as quais não estão acostumados.
Todo ser humano precisa sentir medo
O medo faz parte da vida de toda a pessoa e trata-se de um instinto de sobrevivência. Ele é um fator de proteção contra os perigos e adversidades que as pessoas adquirem ao longo da vida.
Ter medo, é mais normal do que se pensa. mas a partir do momento que ele começa a tomar conta da vida da pessoa a ponto que ela sinta medo, até de sair de casa, é sinal que algo está errado e aí é preciso procurar um profissional. O medo tem o lado positivo e negativo.
O positivo é quando ele serve de defesa para qualquer pessoa, mas se torna negativo quando escraviza quem o sente. “Se a pessoa começa a se isolar em casa porque tem medo de ser assaltada ou fica apreensiva quando alguém chega perto dela, isto setornaperigoso.
O medo não pode comandar a vida de ninguém. Neste caso dizemos que o medo é limjtador porque as pessoas não conseguem fazer mais nada por achar que algo vai acontecer com ela”, explica. “Vivemos uma época de muitos medos. Sentir medo é normal. Entretanto quando o medo sai do nosso controle, ela torna uma doença que pode e deve ser tratada; é o que chamamos de medo irracionais”, explica.
Além do aspecto emocional, onde as pessoas sentem medo até de sair na, rua ou se relacionar com outras pessoas, já que acha que todo mundo fará alguma coisa, também existem os aspectos fisicos; com a aflição algumas dores começam a aparecer.
“A pessoa quando está com medo ou se sentindo ameaçada, começa a ter temores, suores e até taquicardia; ela fica com um nível muito alto de adrenalina. Neste caso, quando o medo domina, é necessário a procura de um profissional que ajudará a superar o problema. Os familiares deven compreender que isto é normal e a paciência deve prevalecer.”

Feedback




Feedback - O que é?

Feedback é o processo de fornecer dados a uma pessoa ou grupo ajudando-o a melhorar seu desempenho no sentido de atingir seus objetivos.

Para que haja êxito na comunicação do feedback as barreiras devem ser rompidas e estabelecida uma relação de confiança e segurança.

FEEDBACK é uma forma de comunicação que auxilia uma pessoa ou grupo entender como sua atuação está afetando outras pessoas ou grupos.

Para que serve?


O feedback serve para aperfeiçoar o comportamento de alguém em relação a nós e nosso grupo e para identificar necessidades.



O feedback pode ser de dois tipos:


aberto - é óbvio e direto. Obtido através de perguntas e de observação, durante a realização de exercícios e testes. Mostra o que o ouvinte captou e o que não captou. Pode ser falsificado.
velado - é obtido através da prática de observar a reação do ouvinte a estímulos externos. Pode se obtido na sua expressão, posição, movimentos e atitude. Como é expressado inconscientemente, diz a verdade.


O que fazer antes de dar feedback


Quando vamos dar feedback precisamos conhecer alguns dados importantes, tais como:


A) Se o feedback for individual:

1. Por que queremos dar feedback a outra pessoa?

para puni-la? para desabafar e sentirmo-nos aliviados? Para demonstrar nossa inteligência e habilidade? para ajudar outra pessoa a alcançar seus objetivos de maneira mais efetiva?


2. E quanto à pessoa que recebe feedback?


É difícil dar feedback a uma pessoa que não está preparada para recebe-lo ou não sinta a sua necessidade. A pessoa pode estar solicitando feedback porém não recebe por diversas razões, pois sentem não ter nada de útil para lhe falar ou sentem que ela não está reparada, ou sentem que o feedback não lhe será útil,. ... etc.
As pessoas precisam do feedback, tanto do positivo quanto do negativo, precisam saber não apenas o que estão fazendo ineficientemente mas também o que realizam com eficiência.
Então como receber feedback?

1.Ouça cuidadosamente e evite interromper. Saiba que é incômodo e, às vezes, até doloroso. Respire fundo para relaxar os músculos.
2.Faça perguntas se precisar esclarecer alguns aspectos. "Como eu faço ou digo para você me ver como agressivo?"
3.Reformule o que o outro está lhe dizendo, para que confira se ouviu e entendeu.
4.Reconheça o que é correto e adequado no "feedback". Concordar que seus relatórios estão atrasados é bem diferente de concordar que você é irresponsável.
5.Assimile, com calma o tempo, o que ouviu. Peça tempo para pensar, se necessário.



3. Porque certas pessoas acham difícil dar feedback?

Nossa cultura tem certas normas contrárias à expressão de sentimentos pessoais aos outros.
Têm medo de que, se derem feedback, a pessoa fique chocada e com isso perca um amigo.
Receiam que ao darem feedback a outra pessoa os ataque ou puna. Temem que seu feedback seja mal interpretado. Não sabem como lidar com o assunto.

Importância do Feedback
É muito importante obter feedback. Existem muitos métodos para descobrir o que os clientes, parceiros e fornecedores pensam ou sentem sobre os serviços e produtos de sua empresa.

Através do feedback podemos identificar necessidades e responder aos seguintes questionamentos:

Você sabe ...


- O que o seu cliente, parceiro e fornecedor querem?
- O que eles precisam? - O que eles pensam? - O que eles sentem?
- Que sugestões teriam para apresentar a você?
- Se estão ou não satisfeitos?


Ao dar feedback

Para ter eficiência, o feedback deve ser:

Descritivo ao contrário de ser um processo de avaliação: ao relatar um evento, sem julgamentos, reduzem-se as possibilidades de reações defensivas. Quem ouve, usa o dado e a informação como julgar conveniente;
Específico ao contrário de verbalizar uma generalização: "na última reunião você fez o que tem feito outras vezes, deixou de ouvir a opinião dos demais e novamente fomos forçados a aceitar sua decisão". Ao verbalizar desta maneira, indicou-se o comportamento na determinada reunião e em outras, porém, não se acusou a pessoa de "controlador ou autoritário".
Compatível com as motivações e objetivos de ambos (emissor e receptor): quando atende apenas ao interesse de desabafo do emissor pode ser muito destrutivo, de acordo com a agressividade presente, irritação ou raiva.
Direcionado a esferas de atuação em que o receptor tenha possibilidade de aperfeiçoar: características pessoais, limitações de raciocínio e outras manifestações individuais não podem ser apontadas como falhas mas toleradas como próprias daquele indivíduo.
Solicitado , desejado e oportuno: é útil quando os observadores podem ajudar e mais próximo do comportamento ou fato em questão.
referir-se à pessoa presente: falar no próprio nome e não fazer referências a terceiros - tipo: "muita gente já falou sobre isso de você".