14 de out de 2012

Ser criança...


 É ser bem inteligente
Aprendendo tudo que vê.
E não sendo experiente
Tudo que ele quer
É ser criança eternamente!

É não ter ódio no coração,
É para o bem dizer sim
E para o mal dizer não,
É querer tudo e enfim
É viver com paixão!



É ter fé e esperança,
É ser grande sendo pequeno,
É ter a fala mansa
Quando quer ganhar terreno
No mundo de ser criança.

Valdemi Cavalcante Teixeira

3 de ago de 2012

Comunicado da Consulplan


Em 03/08/2012


Atenta as suas responsabilidades, a Consulplan vem informar aos senhores candidatos ao concurso e a seleção pública da Prefeitura de Barra Velha que:

A Consulplan entrou com uma ação declaratória de nulidade do Decreto Municipal 800/2012, de 28 de junho de 2012, que cancelou o concurso e processo seletivo da Prefeitura Municipal de Barra Velha (SC). A empresa tem conhecimento também que candidatos entraram com um mandato de segurança para que o concurso e o processo seletivo fossem mantidos. As duas ações estão em processo de defesa e julgamento;

No entanto, o judiciário já determinou que a prefeitura de Barra Velha (SC) suspendesse a orientação impressa neste decreto municipal que orientava os candidatos a procurar a Consulplan para reaver o valor da taxa de inscrição, por entender que tal procedimento só pode ser efetivado após julgamento das ações envolvendo tal fato;

A Consulplan está sendo vítima de uma campanha difamatória envolvendo este concurso e processo seletivo, com envio de e-mails anônimos para candidatos e veículos de comunicação e a divulgação de informações incorretas ou deturpadas em alguns veículos de comunicação que não estão procurando a empresa para ouvi-la, agindo em desacordo com o Código de Ética do Jornalismo que preconiza que todas as partes devam ser ouvidas quando no relato de um fato;

O que ocorreu no concurso público da Prefeitura de Barra Velha – SC (apenas no concurso público é importante que isso fique claro) foi à utilização de questões que também foram aplicadas em concurso aplicado no mesmo dia e no mesmo horário em outra região do país pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional – Idecan, que é parceiro da Consulplan na organização de processos seletivos e de avaliações educacionais no Brasil, portanto, não houve quebra de sigilo das questões ou de ineditismo já que estas foram visualizadas e resolvidas ao mesmo tempo pelos candidatos das respectivas seleções e não havia nenhuma exigência contratual de exclusividade de questões;

A Consulplan tem grande experiência na execução de concursos públicos, processos seletivos e avaliações públicas, sendo certo que se tornou a maior empresa privada do setor, atuante em todo o Brasil, inclusive, em Santa Catarina, onde já trabalhou com sucesso para o Governo do Estado, o Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina – CEFET-SC, o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina – TRE-SC, entre outras entidades de grande representatividade no Estado.

Diante tudo isso, solicitamos a compreensão dos senhores candidatos e o cuidado na análise de informações divulgadas sem a participação da Consulplan, realizadas de forma unilateral, assim como foi à decisão de cancelamento dos dois processos. A empresa garante a idoneidade e eficácia do concurso e do processo seletivo realizados para a Prefeitura Municipal de Barra Velha (SC) e vai lutar pela manutenção e efetivação do resultado final de ambos, na defesa de todos que acreditaram, inscreveram, estudaram e investiram para participar dos dois processos de seleção.

Consulplan

15 de jul de 2012

Piso Salarial

Piso salarial nacional do magistério é tema de tese de doutorado


A pesquisadora e ex-presidente da CNTE Juçara Vieira se tornou doutora em Educação pela Universidade de Brasília hoje (13), ao defender a primeira tese de doutorado do país a abordar a lei do piso nacional (Lei n° 11.738). Com o título "Piso Salarial para os Professores Brasileiros: quem toma partido?", o trabalho analisa as forças políticas que possibilitaram a criação e aprovação da norma, a visão de cada partido político sobre a valorização dos profissionais da Educação e a mobilização da sociedade civil, em especial da CNTE.
Para elaborar o trabalho, Juçara Vieira se valeu de entrevistas com parlamentares, incluindo os relatores das comissões onde a lei do piso tramitou na Câmara e no Senado, além de extensa pesquisa documental sobre as emendas ao projeto e a legislação pertinente, como a Lei de Diretrizes e Bases, o Plano Nacional de Educação e os documentos da Conae.
Segundo Juçara, a discussão do piso nacional trouxe para a agenda política a importância de se valorizar o profissional da Educação. É na análise das diferentes visões dos partidos políticos sobre como promover essa valorização que reside o ineditismo do trabalho da pesquisadora.
Juçara estudou tantos os históricos quando os programas de cada agremiação para identificar o modelo de política educacional defendido pelos partidos. "Percebi que o grupo de partidos em que se encontra o PTB, o PR e o PLB não aborda a questão do financiamento, nem a gestão democrática. Eles dão um sentido de eficiência ao alcance dos objetivos da educação. Um sentido mais técnico", explica. "No PSDB, o que chama atenção é que o partido tem um programa de governo muito mais avançado do que as políticas de educação instituídas no governo Fernando Henrique Cardoso. Já o programa do PT tem um discurso e uma formulação muito importante com relação ao combate ao analfabetismo, mas que não teve correspondência nos governos do presidente Lula", afirma a autora.

Ao analisar a visão específica dos partidos sobre os profissionais da Educação, Juçara constatou que o grupo formado pelo DEM, PP, PTB, PL e PLB defende a reciclagem profissional e a avaliação de docentes com a finalidade de premiação. Já outro segmento, do qual fazem parte o PSB, PSDB, PMDB, PPS e PV, encontra-se em uma contradição, pois, apesar de defenderem metas de qualidade do ensino, também são a favor da meritocracia pura e simples.

Com visões tão diversas sobre a educação, Juçara lança em sua tese a seguinte questão: aprovar a lei que instituiu a valorização dos profissionais da área foi um consenso ou um acordo político? "As posições deixam claro que o consenso em relação à valorização é mais aparente do que sedimentado por meio das políticas defendidas pelos partidos", responde a pesquisadora. "Porque o piso só foi aprovado na esteira do Fundeb? E porque logo após sua aprovação foi questionado no STF por cinco governos estaduais? A partir desses questionamentos, podemos concluir que o piso é uma espécie de salário mínimo da educação", complementa.
Apesar da aprovação da lei do piso não ter resultado de um consenso, para Juçara isso não tira o peso da conquista. "A instituição do piso representa uma vitória dos profissionais da educação e da classe trabalhadora. Não é uma conquista salarial apenas. É uma conquista política. E como dizia Engels, toda luta de classes é uma luta política", diz.

Dois séculos – A conquista da Lei do Piso é resultado de uma espera de dois séculos. Em sua tese, Juçara Vieira revela que a primeira menção ao assunto se deu em Lei Imperial de 1827, que estabelecia uma faixa salarial entre 200 e 500 mil réis para docentes de todo o país. Mas a legislação daquela época não chegou a se efetivar e o tema só voltou a ser discutido em 2008. "A organização dos trabalhadores foi fundamental para a volta do tema à agenda nacional. Eles começam a se organizar nos anos 60 nas suas entidades estaduais e depois culminam, no final dos anos 80, na organização da CNTE", explica a autora. Em seu trabalho, Juçara ressalta o papel que a Confederação teve na promoção dos debates e na proposição de valores para o piso durante as décadas seguintes.
Banca – A banca examinadora que julgou a tese foi composta por José Vieira de Sousa, Erasto Fortes Mendonça, Maria Abadia da Silva, todos membros titulares do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Gestão da Educação da UnB, e por João Antônio Cabral Monlevade, do programa de Pós-graduação da UFMT, e Sofia Lerche Vieira, da Pós-Graduação da UECE.
Para Erasto Fortes, "a pesquisa vai aquecer a militância pela valorização da categoria, uma vez que o piso ainda não está implementado em todo o país". Já Maria Abadia da Silva considera que "a tese inova ao mostrar que há um movimento histórico de não reconhecimento dos profissionais da educação".

A defesa da tese de doutorado foi acompanhada pelo ex-presidente da CNTE, Carlos Abicalil; o vice-presidente da Confederação, Milton Canuto; a secretária de Relações Internacionais; Fátima da Silva; e pela secretária de Assuntos Municipais, Selene Rodrigues. Ao final da apresentação, os representantes da Confederação entregaram uma plaqueta comemorativa homenageando a nova doutora. (CNTE, 13/07/12).

(Fonte: http://www.cnte.org.br/index.php/comunica%C3%A7%C3%A3o/noticias/10506-piso-nacional-do-magisterio-e-tema-de-tese-de-doutorado).




17 de jun de 2012

Resposta à revista Veja

Eu recebie ste e-mail e achei que deveria postá-lo em meu blog. Tal qual como recebi..

IMPORTANTE, É LONGO MAS LEIAM ATÉ O FINAL


Socializando........

Às vezes o que falta é CORAGEM para falar as VERDADES bem alto!!!!!!!!!Até porque todos se fazem de Surdos, acomodados que estão, pensando-se isentos dessa triste realidade!!!!!!!Não sejamos acomodados... pelo menos tenhamos interesse em ler, acompanhar e repassar o texto abaixo.

RESPOSTA À REVISTA VEJA



Abaixo estou enviando uma cópia da carta escrita por uma professora que trabalha no Colégio Estadual Mesquita, à revista Veja. Peço por favor que repasse a todos que conhece, vale a pena ler.

Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima "Aula Cronometrada".

É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador. Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: "os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital" entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira.

Que alunos são esses "repletos de estímulos" que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras.

Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola. Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores, e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje "repletos de estímulos". Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou, o que é ainda pior, envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida.

Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.

Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais.

Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores?

E, nas aulas, havia respeito, amor pela Pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas "chatas" só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.

Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.

Hoje, professores "incapazes" dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a "passeios interessantes", planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.

E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom.

Além disso, esses mesmos professores "incapazes", elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;

Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40h semanais.

E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.

Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de "cair fora".Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que se esforcem em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de "vaca","puta", "gordos ", "velhos" entre outras coisas.

Como isso é motivante..e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave.

Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.

Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.

E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.

Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros.

Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se. Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade..

Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos se sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo

Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!

Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e "incapazes" de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO.

Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.

Vamos fazer uma corrente via internet, repasse a todos os seus! Grata

Vamos começar uma corrente nacional que pelo menos dê aos professores respaldo legal quando um aluno o xinga, o agride... chega de ECA que não resolve nada, chega de Conselho Tutelar que só vai a favor da criança e adolescente (capazes às vezes de matar, roubar e coisas piores), chega de salário baixo, todas as profissões e pessoas passam por professores, deve ser a carreira mais bem paga do país, afinal os deputados que ganham 67% de aumento tiveram professores, até mesmo os "alfabetizados funcionais".

Pelo amor de Deus somos uma classe com força!!! Somos politizados, somos cultos, não precisamos fechar escolas, fazer greves, vamos apresentar um projeto de Lei que nos ampare e valorize a profissão.



Vanessa Storrer - professora da rede Municipal de Curitiba!

Mesmo quem não atua como docente, um dia passou por uma escola e tornou-se o que você é hoje! COLABORE E ENVIE PARA SEUS AMIGOS(AS).

3 de jun de 2012

BARRA VELHA E A LEI DO PISO

(fonte: revista nova escola/junho/2012)

Em 2011, o município de Barra Velha introduziu na Educação Infantil, aulas de Artes e Educação Física. Dessa forma, criou um pequeno fôlego, onde os professores desta área,  puderam nestes momentos, trabalhar com o planejamento da atividade docente. No final do mesmo ano, elaborou o Estatuto de Cargos e Salários e a tabela para a categoria da educação. Mas infelizmente, o município, mesmo com essas implantações que há muito tempo já se faziam necessárias, ainda está ajudando a deixar essa mancha vermelha (negativa), neste panorama educacional. Sem cumprir a Lei do Piso, que entre outras reivindicações, este também foi motivo da paralisação dos professores final de abril deste ano!

6 de mai de 2012

Lula e a Educação no Brasil

marcosamigodebarravelha: Lula e a Educação no Brasil:
Nesta última sexta-feira dia 4, o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimonia solene acontecida nas dependências da Universidade Fe...

30 de abr de 2012

Greve e Arte o que tem haver??

Se George Seurat estivesse vivo no mundo contemporâneo, com certeza ao invés de pintar sua obra: Tarde de Domingo na Ilha de Grand Jatte, pintaria Manhã de greve em Barra Velha.
No quadro original, podia  se sentir interpelado pelo exotismo, pela inexorável imponência da madame que preenche a periferia da tela, onde homens e mulheres da alta sociedade que gozam de uma linda paisagem, algo comum para aquele tempo.
Já a foto acima, não fica imune a um “algo de comum”, pessoas se escondendo do sol, sentadas numa calçada. O misterioso que parece se passar por todo esse "cenário" é que é o  demasiadamente
 incomum, se chama:
 GREVE. Nunca vista uma assim tão grande em Barra Velha.
Professores hora na chuva, hora no sol...Em busca de melhorias para sua classe.

28 de abr de 2012

Greve dos Professores da Rede Municipal

marcosamigodebarravelha: Greve dos Professores da Rede Municipal:
No dia 24 de abril aconteceu a assembéia dos professores da rede municipal no Hotel Oceano em Barra Velha. Esta assembléia teve como objeti...

15 de abr de 2012

Reunião de professores em Barra Velha

A Associação dos professores do municipio de Barra Velha, promoveu uma reunião neste sábado dia 14.04.2012 no hotel Oceano. Um dos assuntos em pauta, foi o aumento dos 22% de aumento que a prefeitura tem que repassar para a categoria. Segundo o presidente da associação, a prefeitura quer repassar apenas para os professores na categoria de professor I. Este assunto ainda está para ser resolvido. Outro assunto em pauta foi o caso dos atestados. Em Barra Velha, os professores não podem faltar. Os atestados não justificam as faltas. No caso de 1  falta, é descontado 10% do adicional pedagógico, 2 atestado 20%, 3 - 30% e 4 atestado será descontado todo o valor do adicional! Segundo o presidente, eles estão cumprindo o que foi aprovado no estatuto do servidor este ano e não tem como discutir. Mas foi proposto pela professora Vera L. Cani, que a categoria deve acionar o poder público pois, não é justo que descontem da folha de pagamento, por mais que seje do adicional. Esta professora trabalha em berçário e alega que os profissionais não recebem insalubridade e trabalham diariamente com as doenças contagiosas. Sendo que elas fazem uma média de 30 trocas de fraldas por dia! Sem contar que as professoras que fizerem seu pré-natal também terá desconto na folha de pagamento. Ou seja, está havendo muitas injustiças em torno desse assunto. Os professores nãopodem ficar doentes. Esse assunto ainda vai gerar muitas polêmicas. Os professores tem que se mobilizar  mesmo. Outro assunto foi o uso do dinheiro que vem do Fundeb. Tem pessoas que estão sendo pagas com o dinheiro do fundeb e não estão na área da educação. Isso quer dizer que o dinheiro não está sendo destinado todo para a educação como deveria ser.

O retorno

Depois de muito tempo sem postar neste blog, estava decidida eliminá-lo mas, devido algumas matérias que são bem interessantes, resolvi deixar na internet porém, irei mudar um pouco o assunto. Quando criei este blog, eu estava dando aulas no ensino médio e ensino fundamental mas,  nos últimos 4 anos, eu acabei ficando na educação infantil e por consequencia criei um outro blog focado nesta área. O endereço do outro site é  http://sitedaverinha.blogspot.com.br/.
Para não encerrar este blog então, eu vou focar agora, notícias sobre a classe dos professores, mais precisamente do município de Barra Velha, onde estou atualmente.